Novo CEO do Banco do Brasil para acompanhamento da eficiência e missão de venda de ativos

São Paulo (Reuters) – O novo presidente-executivo do Banco do Brasil, empossado após o presidente brasileiro Jair Bolsonaro derrubar seu antecessor sobre os planos de fechar agências, disse na segunda-feira que priorizaria melhorar a eficiência e se livrar de ativos não essenciais.

“A busca por eficiência, aumento do lucro líquido e rentabilidade em relação às principais contrapartes não é negociável”, escreveu Fausto Ribeiro em carta aos bancários, referindo-se a um ambiente competitivo mais desafiador para os bancos.

Bolsonaro confirmou que Ribeiro será o novo presidente-executivo do banco na sexta-feira, em uma medida que levou dois membros do conselho a renunciar por causa do que descreveram como sua falta de experiência. O Banco do Brasil é o segundo maior banco do país em ativos.

Entre suas prioridades, Ribeiro também incluiu a venda de ativos não essenciais. O banco ofereceu, por exemplo, uma unidade de gestão de ativos, como informou a Reuters anteriormente.

Ribeiro disse ainda que agirá conforme orientação do governo, sem dar mais detalhes. “O Banco do Brasil é do mercado e do Brasil!” ele adicionou. As ações do Banco do Brasil caíram mais de 21% neste ano, abaixo do desempenho de suas principais contrapartes.

O novo CEO disse que os funcionários continuarão a trabalhar em casa durante a pandemia do coronavírus. Bolsonaro anunciou sua oposição a acordos de trabalho remoto.

Relatório de Carolina Mandel; Editado por Peter Cooney

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