Chanceler argentino mantém encontro exitoso com o ministro da Economia do Brasil, como parte de sua missão de reconstruir as relações Mercosul-Mercopress


Chanceler argentino mantém encontro de sucesso com o Ministro da Economia do Brasil, como parte de sua missão de reconstruir as relações do Mercosul

Segunda-feira, 11 de outubro de 2021 – 09:52 UTC


Na semana passada, Cafiero conheceu seu homólogo uruguaio antes de sua visita ao Brasil

O chanceler argentino Santiago Cafiero, o embaixador Daniel Cioli e o ministro do Desenvolvimento Produtivo Matias Colvas se reuniram sábado em Brasília com o ministro da Economia do Brasil, Paulo Guedes, para aprofundar as novas relações econômicas entre os dois países.

A reunião também contou com a presença de Reinaldo Salgado, atual embaixador do Brasil em Buenos Aires.

O confronto aconteceu após vários meses de tensões entre os dois países, que começaram a diminuir após o confronto de sexta-feira entre Cafiero e seu colega brasileiro Carlos Alberto Franco Franca no Palácio de Itaramati, quando foi acertada uma redução de 10% nas tarifas externas conjuntas do Mercosul, no que foi considerado um bom sinal. Sobre a reaproximação, principalmente diante da dura postura de Guedes contra o presidente argentino Alberto Fernandez.

Durante a reunião de 45 minutos, o abastecimento de gás argentino de Vaca Muerta via gasoduto foi discutido entre outras questões bilaterais e Guedes teria destacado o acordo anterior da TEC.

Os dois maiores parceiros do Mercosul agora precisam persuadir o Uruguai e o Paraguai a aderir à redução da CET, conforme estabelecido por Jorge Nimes, o ex-ministro de Relações Econômicas Internacionais da Argentina que se tornou vice-primeiro-ministro após a última emenda. O Brasil pretendia que a redução fosse drástica – 50%.

Cafiero foi encarregado de reconstruir as relações do presidente Fernandez com o Mercosul e, no início da semana passada, também se encontrou com o chanceler uruguaio Francisco Bustillo, cujo país anunciou abertamente que buscará acordos comerciais individuais com outros blocos ou países, independentemente da constituição do Mercosul. O Tratado de Assunção proíbe isso.

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