Campos Neto do Brasil promove normalização parcial: Estado

Fotógrafo: Andre Coelho / Bloomberg

O presidente do banco central do Brasil, Roberto Campos Neto, disse que os legisladores não levarão os custos dos empréstimos a um nível neutro neste momento porque a economia ainda precisa de estímulo, segundo o jornal O Estado de São Paulo, citando uma entrevista com ele.

Ele disse que, a menos que haja uma mudança incomum nas condições, as taxas de juros vão subir mais 75 pontos-base em maio. Campos Neto também reiterou que o banco central não está definindo a política monetária com base no câmbio e está mais preocupado com a inflação, segundo o Estado.

O chefe do banco central expressou preocupação com o projeto de lei do orçamento brasileiro, que foi aprovado por meio de um gasto compulsório artificialmente reduzido. Campos Neto disse que se houver a percepção de que o orçamento não é viável, os riscos fiscais no Brasil aumentarão e a política monetária será prejudicada, segundo o Estado.

Campos Neto negou o pedido de substituição de Paolo Guides, ministro da Economia. Ele disse que seus pensamentos são compatíveis. O chefe central do ANK também garantiu que ele tinha uma missão a cumprir e que tinha total liberdade de ação.

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