‘Sopa derramamento’ sobre aumento do desmatamento na Amazônia – 05/11/2020 – Meio Ambiente

“Chega uma hora que o caldo derrama. E hoje o caldo derrama”, declarou. Vice-presidente, Hamilton Muraw, Ao negar ao governo Bolsonaro a responsabilidade pelo aumento do desmatamento e queimadas na Amazônia.

“Não houve problemas desde 1º de janeiro”, afirmou o presidente do Conselho da Amazônia, em entrevista coletiva realizada nesta quinta-feira (5), em Manaus, no segundo dia de viagem de uma delegação federal ao Amazonas.

Deveria durar três dias Esquema para mudar o negativo O Brasil, diante de governos estrangeiros, que exigem mais proteção às florestas e controle do desmatamento e das queimadas, que Ele bateu recordes em 2020.

A delegação chegou ao Amazonas na última quarta-feira (4), levando, além do vice-presidente, que também é presidente do Conselho do Amazonas, os ministros dos Emirados Árabes Unidos. Meio Ambiente, Ricardo SallesDa Segurança Corporativa, Augusto Heleno, e da Defesa Fernando Azevedo. A visita do Ministro da Saúde e Relações Exteriores foi cancelada.

Embarcaram na viagem chefes de missões diplomáticas de dez países: África do Sul, Peru, Espanha, Colômbia, Canadá, Suécia, Alemanha, Reino Unido, França e Portugal, além de representantes da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica. União Europeia e jornalistas estrangeiros.

A falta de controle do fogo e o avanço do desmatamento na Amazônia levaram oito países a enviar uma carta ao governo Bolsonaro em setembro ameaçando cortar as importações de produtos brasileiros se o Brasil não tomar medidas eficazes para combater os danos às florestas.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, de janeiro a 4 de novembro, foram registrados 94.437 incêndios na região amazônica, um aumento de 5% em relação aos 89.176 focos identificados no ano passado.

Os alertas de desmatamento cresceram 34,5% na Amazônia entre agosto de 2019 e julho de 2020, em relação ao mesmo período dos anos anteriores, observa o Inpe.

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A estrada exclui áreas críticas

Também nesta quarta-feira, a delegação sobrevoou a BR-163, no Pará, e a Região Metropolitana de Manaus (RMM). Foi o caminho escolhido pelo governo Ambientalistas criticam por não cobrir áreas onde o desmatamento e os incêndios são mais perigosos, Como Apuí, no sul do Amazonas, cuja linha do tempo ignorou.

Greenpeace divulgou relatório Texto Alternativo Para representantes dos dez países, que, além do sul do Amazonas, passarão por Barna (Parque Nacional) e Valuna (Floresta Nacional) Jamanxin, Esque (Estação Ecológica Terra do Mio e TI (Terra Indigina) Cachoeira Seca, no Pará, onde a mineração ilegal está crescendo e removendo Florestas.

Justificando o caminho dizendo que a Amazônia é “muito grande” e que seria “impossível” mostrar todas essas áreas em apenas três dias, disse Moraw, “apesar do tempo nublado, foi possível ver áreas protegidas e outras afetadas por mineração ilegal e incêndios”. .

Por isso, o governo optou por sobrevoar áreas com “cicatrizes” na mata, como são chamadas as áreas de desmatamento recente, além de unidades de conservação e programas federais, como assentamento, explicou o vice-presidente.

Porém, os modelos de produção mais criticados na Amazônia, a grande monocultura e o grande desmatamento da pecuária, não foram “visitados” durante a ponte superior.

Para o ministro Augusto Heleno, relatos de ambientalistas e jornalistas sobre “incêndios gigantes” na Amazônia “não correspondem à verdade”.

“Temos 85% de florestas preservadas. Um grande incêndio na Amazônia, a fumaça vai chegar a Londres”, disse o ministro, que admitiu que houve um atraso no combate aos incêndios. “Houve um atraso, nossos recursos eram limitados, estávamos no meio de uma epidemia.”

Programação

Em Manaus, a delegação também visitou 4 (quatro) instalações militares, como Cigs (Centro Integrado de Guerra na Floresta) e Censipam (Centro de Gestão e Operações do Sistema de Proteção da Amazônia).

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A programação desta quinta-feira (5) incluiu uma visita ao PIC (Projeto Integrado de Colonização) Bela Vista, em Iranduba, região metropolitana de Manaus, um passeio de encontro sobre a água e uma visita ao Laboratório de Investigação de Crimes Ambientais (Polícia Federal). ) No Amazonas e recepção no CMA (Centro Militar da Amazônia), onde foi realizada a coletiva de imprensa, que começou com cerca de duas horas de atraso.

No último dia da visita à Amazônia, a delegação comandada por Morau segue para a região do Alto Rio Negro, no município de São Gabriel da Cachoeira, onde fará uma visita à Casa de Apoio à Saúde Indígena, e na comunidade Maturaca, onde se encontrará com o pelotão da Fronteira do Exército.

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