Novo documentário alerta para ‘enorme sofrimento’ no comércio de exportação de animais do Brasil

Um novo documentário destaca a crueldade na indústria de exportação de animais vivos.

Produzido por Mercy For Animals e dirigido pela atriz brasileira Luísa Mell filme curto O objetivo é aumentar a conscientização sobre os 11 milhões de vacas que são enviadas ao redor do mundo a cada ano, antes de serem abatidas em seu destino final.

De acordo com o documentário, 280.000 cabeças de gado saem do Porto de Vila do Conde em Barcarena (principal porto de exportação de animais vivos do Brasil) todos os anos. De lá, em condições apertadas e precárias, eles são enviados em jornadas de semanas para o Oriente Médio e Norte da África.

“Nos matadouros do Oriente Médio, os animais são cortados nas pernas com facas, cortados na garganta e deixados para sangrar até a morte, enquanto estão conscientes e capazes de sentir a dor”, diz a Mercy For Animals.

“A exportação ao vivo está causando um enorme sofrimento e deve parar agora.”

Exportação de animais vivos

O comércio de exportação de animais vivos não se limita ao Brasil.

A Roménia exporta cerca de dois milhões de ovelhas todo ano. Em 2017, a Polônia enviou mais de seis milhões de porcos vivos para a Dinamarca. No mesmo ano, quatro milhões de frangos foram enviados da Holanda para a Tailândia.

E em 2019, Companhia Australiana de Carne e Pecuária Informou que o país exportou 1,3 milhão de cabeças de gado vivo, a maioria com destino à China.

No entanto, a campanha “Export Misery” da Mercy For Animals tem como foco o Brasil. A petição que a acompanha é dirigida ao governo brasileiro, solicitando a proibição definitiva da exportação de animais vivos.

Um projeto de lei que acabaria com a prática (Projeto de Lei 357/2018) já está sendo analisado pela Comissão de Meio Ambiente do Senado Federal, e a Mercy For Animals pede sua aprovação.

o petição “O governo brasileiro não pode permitir que animais nascidos e criados no Brasil sejam amontoados em navios por semanas e abatidos em países remotos onde não há proteção legal”, diz ele.

Ela acrescenta: “Ouça as pessoas”.

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