Depois de uma vacina da Índia, Pazuello diz que agora é preciso produzi-la no Brasil – 22/01/2021

Hoje, durante a chegada de dois milhões de doses da vacina Oxford / AstraZeneca, ao aeroporto de Galliao, no Rio, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuelo, disse que o Brasil precisa da produção nacional para atender à demanda interna.

“Essas doses importadas são para iniciar o processo, mas nosso país precisa de produção nacional. É produção nacional em Fukruz e Butantan e talvez em uma empresa privada”. Para Produção de vacina Sputnik [V]E, o que está negociado para isso, teremos produção em massa, produção em massa para vacinação em massa. Essa é a meta do Ministério da Saúde ”, disse Pazuelo em comunicado rápido.

Embora o ministro não tenha mencionado, o Brasil já começou a produzir em São Paulo o Coronavac, dispositivo imunológico desenvolvido pelo Laboratório Chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan, mas que enfrenta dificuldades para importar os insumos.

uma Butantan disse esta semana que praticamente ficou sem insumos para fabricar Coronavac no país. A agência associada ao governo de São Paulo distribuiu o primeiro lote, de 6 milhões de doses, importado da China. Além disso, é capaz de entregar pouco mais de 4,1 milhões de unidades. Depois, depende da matéria-prima chinesa para garantir novos embarques.

Durante o evento, Eduardo Pazuelo disse ainda que a chegada do novo lote foi “o início do processo” e mencionou a expectativa quanto ao lançamento do IFA – o princípio ativo

Ele observou: “Estamos negociando para obter mais doses agora no início de fevereiro e que o IFA é necessário para Fucruz começar a produzir até 15 milhões de doses por mês.”

Em seu discurso, no aeroporto, Pazuelo também elogiou o sistema SUS (Sistema Único de Saúde) no Brasil e o classificou como “a ferramenta maravilhosa que temos para a saúde pública em nosso país”.

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“É o maior sistema público de saúde do mundo e sem ele não poderíamos fazer o que estamos fazendo para combater Vírus CoronaEle se estressou.

O curso da vacina

Depois de chegar ao Rio, as vacinas contra a Covid-19 foram encaminhadas para a Fundação Oswaldo Cruz (Fucruz). Lá, eles passarão por verificações de qualidade e segurança, além de rotulagem, com caixas etiquetadas com informações em português. O trabalho deve continuar de acordo com a instituição até de madrugada (23).

A expectativa indica que as vacinas estão prontas para retornar ao Ministério da Saúde nesta tarde. A distribuição dos serviços logísticos estaduais ficará sob responsabilidade do governo federal.

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