Crítica The Fever – um filme de sonho sobre uma misteriosa doença no Brasil | Filme

hEste é um longa-metragem misterioso e opaco da artista e diretora brasileira de 42 anos Maya da Ren. Ele não abre mão de seu significado facilmente, ou talvez de todo. O estreante Regis Mirabeau ganhou o prêmio de Melhor Ator no Festival de Cinema de Locarno por sua simples atuação como Justino, um membro do povo indígena Desana que trabalha como segurança em um porto de contêineres no porto de Manaus, no norte do Brasil. Viúvo, ele preocupa sua afetuosa filha Vanessa (Rosa Peixoto), que acaba de cursar medicina em Brasília. Ela terá que se mudar muito em breve e pode não ver seu pai por muitos anos. Talvez seja isso que causou a estranha e profunda ansiedade de Justino. Ele tem uma febre resistente ao diagnóstico. Ele fica sonhador e alheio à atenção no trabalho e é chamado para ver um severo chefe de RH, que o alerta após algumas perguntas de rotina sobre sua saúde mental.

Mas sua febre pode ser de maior origem social ou mesmo cósmica. Como indígena, está isolado de muitos na cidade; Um de seus colegas de segurança revela que é intolerante com os “índios”. A geração mais jovem já não caça ou caça como a família Justino fazia antes; Ele brinca que seu filho ficou fraco por comer comida de supermercado. Mas depois, com um formigamento palpável, o médico que trata a febre dirá que é exatamente isso que ele come. A comunidade local fica perturbada com relatos de uma fera estranha vagando e matando os animais. A alma perturbada de Justino poderia ser um corpo?

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A Febre é um filme tranquilo, calmo e sutil, talvez um pouco letárgico, mas profundamente envolvido na vida oculta dos povos indígenas do Brasil. Tem cabelo.

A Febre estreia em 6 de agosto nos cinemas.

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