Resenha de Filme: Casa Grande – Américas Trimestral

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No vestiário de sua escola particular para meninos, Jan, de 17 anos, briga com seus colegas por causa de uma dívida não paga. “Tal pai, tal filho”, diz um dos amigos de Jane antes dos meninos se enfrentarem em uma clássica briga no vestiário. É uma cena emocionante e reveladora em Casa Grande (literalmente “The Big House”, mas lançado com o título em inglês, Pobre música do Jean), que examina as hierarquias de classe e raciais no Brasil.

A trama se concentra em Jan, filho da classe alta carioca Uma família no Rio de Janeiro enfrenta falência após a falência do fundo de hedge de seu pai. Mesmo enquanto os pais superprotetores de Jan tentam proteger seus filhos dos problemas econômicos, ele é gradualmente exposto à vida fora de sua comunidade privilegiada, acabando por se apaixonar por Louisa, uma garota mestiça que ele conhece no ônibus. Luisa rapidamente se torna uma figura vulnerável para a família de imigrantes europeus de Jane e objeto de acalorado debate sobre cotas baseadas em raça recentemente adotadas nas universidades brasileiras.

Casa Grande Também é pessoal para o diretor brasileiro Felipe Barbosa, cuja família faliu em 2003, enquanto ele concluía seu mestrado na Universidade de Columbia. “Fiquei ressentido por não estar presente, então escrever roteiros foi uma forma terapêutica de corrigir a ausência. Tentei me imaginar com minha família nesse período”, diz Barbosa.

Panther estreou em competição no Festival de Cinema de Rotterdam em janeiro de 2014, Casa Grande Desde então, foi exibido em mais de 30 festivais, ganhando 11 prêmios. A Imovision tem previsão de distribuição do filme no Brasil, onde deverá ser exibido em março próximo.

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Tag: Cinema Brasileiro, Felipe Barbosa

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