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Governo exige mais de 30 milhões de seringas e agulhas, segundo a entidade fabril Vacina

O diretor da Associação Brasileira da Indústria de Equipamentos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e Laboratoriais (APIMO), Paulo Henrique Fracaro, disse nesta quarta-feira (13) à TV Globo que o governo pediu às empresas do setor mais de 30 milhões. Seringas e agulhas para vacinação contra COVID-19.

Adicionado a outros 30 milhões foram solicitados pelo Ministério da Saúde no início deste mêsEm seguida, as indústrias serão obrigadas a fornecer 60 milhões de seringas e agulhas ao governo.

A ordem administrativa é um instrumento estipulado na constituição por meio do qual o poder público pode utilizar temporariamente bens privados em caso de “perigo público iminente”. Como regra geral, o governo deve garantir a indenização “se houver dano”.

Segundo o supervisor da Abemo, o governo expediu despacho administrativo de substâncias de três empresas – pediram a cada empresa 10 milhões de injeções, mas de 1 ml, para entrega até 13 de fevereiro. No primeiro pedido, o pedido era de uma injeção de 3ml, para entrega até os próximos trinta.

Paolo Henrique disse à Fracaro que uma empresa já pediu ao governo para reconsiderar o pedido porque a produção de seringas de 1ml será mais difícil devido à falta de moldes suficientes para produzir o volume necessário.

“As empresas terão dificuldade em atender às demandas do governo”, afirmou. “Estamos nos comunicando com o governo para alterar essas novas especificações para que possamos atendê-las a tempo”, disse ele.

No início deste mês, a Secretaria de Comércio Exterior do Ministério Restringindo a exportação de seringas e agulhas Listando os produtos entre aqueles que precisam de licença especial de exportação. A mudança foi solicitada pelo Ministério da Saúde no dia 30 de dezembro.

Ao Ministério da Economia, o expediente afirma que a medida é necessária “para que o governo federal possa dotar o Plano Nacional de Imunizações / PNI dos insumos necessários para a execução de todas as etapas da vacinação programada, sem comprometer o plano de vacinação contra o vírus Covid”.

O governo não cobra um imposto sobre a vacinação contra agulhas e seringas contra a Covid

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