Brasil importa laranja do Egito

Bruna Garcia Fonseca
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São Paulo – O consumidor brasileiro agora pode encontrar mais opções de laranja no mercado. Em maio passado, o Brasil abriu seu mercado para frutas cítricas do Egito, e as primeiras laranjas foram exportadas para o Brasil. O produto tem redução de tarifas para entrar nos países do Mercosul por conta do acordo Mercosul-Egito. O preço será nulo a partir de setembro próximo.

De acordo com a nova cônsul comercial do Egito no Brasil, Nashwa Bakr, duas empresas egípcias exportam laranjas para o Brasil desde a abertura do mercado. “Um deles enviou nove contêineres, os outros 15 contêineres e o último planeja embarcar outros 25 contêineres até o final de maio”, disse Bakr, que assumiu o cargo há pouco mais de uma semana no Escritório de Comércio do Egito São Paulo. “Estamos nos preparando para uma campanha com importadores brasileiros e contatando supermercados como Pão de Açúcar e Dia”, disse Bakr à ANBA.

O Egito produziu 3 milhões de toneladas de laranja no ano passado e exportou metade de sua produção total, tornando-se o maior exportador de laranjas do mundo. Bakr disse. Ela disse: “Os primeiros destinos das laranjas egípcias foram a China, a União Européia e os países árabes”. A maior parte das safras é mantida na costa norte do Egito, perto do Rio Nilo e do Mar Mediterrâneo, também conhecido como Delta do Nilo.

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Segundo o cônsul, as laranjas egípcias são completamente diferentes das laranjas. “Nossas laranjas não são como as suas, são mais usadas para fazer suco. Temos dois tipos, Valencia e Nival, são mais usadas para comer do que suco. O sabor é diferente, e o Brasil não produz esse tipo de laranja, então os produtos são diferentes e complementares. “

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Os maiores competidores das laranjas egípcias no Brasil são Estados Unidos, China, Chile e Argentina. “Mas fomos o maior exportador de laranja no ano passado, então esperamos que o Brasil se torne o maior importador de laranja do Egito em dois ou três anos”, disse ela, acrescentando que as exportações foram boas por meio de países do Mercosul, como o Livre Comércio Acordo. Inclui quatro países do cluster (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai).

De acordo com nota divulgada pela Embaixada do Egito em Brasília, o Ministério do Comércio e Indústria egípcio está trabalhando com a Embaixada do Brasil no Cairo para difundir a laranja egípcia e reduzir os direitos aduaneiros estipulados no acordo de livre comércio com o Mercosul. O comunicado acrescenta que as frutas cítricas egípcias chegam ao mercado brasileiro e que os produtos exportados atendem aos padrões internacionais de qualidade e seguem sistemas de rastreabilidade da fazenda à mesa. “Como uma das ferramentas para o sucesso da política de exportação egípcia”, acrescentou o comunicado.

A nota diz que as laranjas egípcias são bem aceitas no Brasil. Os importadores brasileiros amam as laranjas egípcias, que são conhecidas por sua alta qualidade e preços competitivos. O mercado brasileiro é de 209 milhões de consumidores e é o maior da América do Sul ”, informa a nota.

Traduzido por Miranda Gilherme

France Press Agency

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