Assalto a banco é como roubar dinheiro executado por ladrões no Brasil, noticiários mundiais

Uma “gangue criminosa” cercou Criciúma, cidade do sudeste do Brasil, na madrugada desta terça-feira, saqueou escritórios de bancos, fez prisioneiros e atirou em duas pessoas, indicaram o presidente e a polícia.

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A quantia que os ladrões armados roubaram no roubo em Criciúma ainda não foi determinada. Criciúma, com uma população de mais de 133.000 habitantes em 2010, está localizada no Território de Santa Catarina e é vista como o foco da indústria de cerâmica e pisos no Brasil.

Um comandante da polícia militar disse que um policial estava entre os mortos. Sua condição não era imediatamente aparente.

O ataque começou pouco antes do meio-dia de segunda-feira e continuou até a manhã de terça-feira, e durou cerca de 60 minutos. Clésio Salvaro, presidente da Câmara Municipal de Criciúma, disse em post no Twitter, pouco antes das 2h, que a cidade, localizada na costa atlântica, estava sob ataque e pediu aos moradores que ficassem em casa.

Ele escreveu: “Criciúma é um grande alvo ofensivo.” “Juntamente com os especialistas militares e as forças de segurança, estamos nos movendo para examinar e acompanhar os fatos atuais. Fique em casa.”

Salvaro revelou à Rádio Gacha que três ou quatro destinos foram saqueados por homens que ele descreveu como “canalhas”.

“Não tenho ideia de onde vieram, mas são únicos”, disse ele. “Nunca encontramos isso em toda a existência da cidade.”

Salvaro acrescentou que cerca de seis pessoas foram sequestradas, mas posteriormente libertadas. “Falei com eles. Eles estão bem. Os dados que temos são de que todos foram entregues”, disse Salvaro em encontro com a GloboNews, a maior fonte de mídia do Brasil.

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Ele disse que o acordo municipal não exigia um novo disparo contra os agressores, para garantir os moradores. Além disso, ele disse que a polícia queria rastrear aqueles desesperados para obter o dinheiro de volta. Ele não disse quanto foi levado.

Por volta das 6h da terça-feira, quatro pessoas foram presas que aceitaram estar em conexão com o roubo, e a polícia recuperou parte do dinheiro que os agressores haviam levado, de acordo com relatórios do bairro.

Passageiros pela mídia online revelaram que ouviram tiros altos, segundo a Globo. Um vídeo na Internet falava de pessoas que arrancavam a impressão de serem dinheiro das estradas. No Twitter, outros relataram que os agressores portavam bazucas e bombas e queimavam estruturas, no que descreveram como uma cena que parecia um filme erótico.

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A Polícia Militar de Santa Catarina – uma repartição governamental com várias brigadas – foi convocada e buscava fortificações para conter a aglomeração, informaram os relatórios dos bairros.

Christian Dimitri Andrade, da polícia militar de Crissioma, disse a repórteres que os agressores eram “alguns homens com fuzis e armas longas”, descrevendo-os como “um grupo coordenado que trabalha na área de assaltos a banco”. Ele disse que duas pessoas, uma das quais era um policial, foram baleadas.

“Recebemos dados de residentes que nos enviam fotos e gravações”, disse ele a Engeplus, uma fonte de mídia do bairro.

A polícia não pode desaparecer rapidamente após observação.

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“O que está acontecendo em Crecioma agora é o que está acontecendo no interior de São Paulo e nós chamamos de“ Novo Cangaso ”. Os bandidos fortemente armados atacam e aterrorizam os moradores. Não deixe nenhum policial se ferir, o primeiro ministro manda todos os bandidos para o inferno!

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Os assaltos a banco no Brasil, que estão entre as violações e taxas de homicídio mais ultrajantes do planeta, não são muito legais. Recentemente, grupos têm procurado traçar sua abordagem para lidar com milhões através dos corredores, detonando explosivos para roubo em agências bancárias e detonando máquinas de dinheiro em um esforço para retirar dinheiro.

Em 2005, os bandidos alugaram uma casa de um pé quadrado de um banco, montaram uma falsa empresa de agricultura e passaram um quarto de ano cavando uma toca de 262 pés de altura sob um banco na cidade costeira de Fortaleza. Os especialistas disseram que sequestraram mais de US $ 50,8 milhões.

Em 2017, a polícia brasileira encontrou um corredor completo com iluminação e ventilação elétrica, o que impedia o furto orquestrado da parte do poder público paulista que reclamava o Banco do Brasil. Dezesseis suspeitos foram presos.

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