Aliança Automobilística Brasileira dobra meta de frota de veículos elétricos para 20 mil até o final de 2025, ET Auto

O aumento da meta ocorre logo depois que o Brasil ultrapassou a Bélgica como o maior mercado de exportação para veículos chineses de novas energias.

Um grupo de empresas que visa expandir o transporte urbano no Brasil dobrou sua meta de veículos elétricos para 20.000 veículos após um desempenho melhor do que o esperado desde seu lançamento em 2022, disseram na quarta-feira o aplicativo de carona 99, líder da iniciativa, empresas como a Raízen. a locadora de automóveis Movida e a montadora chinesa BYD planejam atingir 10 mil carros elétricos conectados ao aplicativo 99 até o final de 2025. Mas olhando os números até agora, o grupo dobrou essa meta. .

“A meta era 3.500 este ano e agora estamos em 4.100. Ajustamos para 8.000 este ano e 20.000 no próximo ano”, disse Thiago Hipólito, diretor sênior de inovação da 99, à Reuters.

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O maior concorrente do Uber no Brasil, controlado pela empresa chinesa Didi, não divulgou o investimento feito na aliança, mas Hipólito disse que, nos últimos dois anos, o grupo de empresas injetou 245 milhões de reais (US$ 47,34 milhões) no mercado. iniciativa. .

O aumento da meta ocorre logo depois que o Brasil ultrapassou a Bélgica como o maior mercado de exportação para veículos chineses de novas energias. Em abril, as exportações chinesas de veículos elétricos e híbridos para o Brasil aumentaram 13 vezes ano após ano, atingindo 40.163 veículos.

Este aumento de veículos elétricos chineses no mercado brasileiro levou o governo a anunciar um aumento gradual dos impostos de importação de veículos elétricos em janeiro passado. Em meados de 2026, o imposto chegará a 35%, mas isso não será um problema para a coligação, disse Hipólito.

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“Para contornar o imposto de importação, teremos uma fábrica local”, disse o executivo, referindo-se aos centros de produção da BYD na Bahia e da GWM em São Paulo.

“Achávamos que os impostos poderiam ser um problema, mas à medida que as estratégias e a tecnologia se desenvolvem, não o serão”, disse Hipólito, referindo-se à queda dos preços dos automóveis desde 2022 e ao aumento da disponibilidade de modelos no país.

  • Publicado em 30 de maio de 2024 às 10h43 IST

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