A repórter de futebol brasileira Gisele Kumble acusou o mascote Sassi de assédio sexual

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Um mascote da seleção brasileira de futebol foi acusado de assediar sexualmente uma repórter durante um jogo crucial no domingo, quando o mascarado abraçou a jornalista com tanta força que ela sentiu seu suor através da fantasia.

A monumental repórter Giselle Kumble cobria uma partida contra o Grêmio Sport Club Internacional (Inter), conhecido como Gre-Nal, quando afirmou que o mascote do Inter, Sassi, a agarrou e a abraçou com força antes de fazer barulho de beijo enquanto comemorava a vitória do time. O gol da vitória.

“Quando o Inter marcou, ele parou ao meu lado e simplesmente me abraçou, ele me abraçou”, disse Kumble. Meio de comunicação brasileiro GloboEsporte. “Mesmo com a máscara, ele empurrou minha cabeça e me obrigou a me beijar. Eu podia ouvir o som do beijo e sentir seu suor.

Foi alegado que o abraço indesejado ocorreu depois que o Inter marcou o gol da vitória em cobrança de pênalti no segundo tempo da partida entre o rival Port Algiers, que joga na primeira divisão brasileira.

Giselle Kumble, correspondente brasileira do Canal Monumental, disse que foi assediada sexualmente por uma celebridade em uma recente partida de futebol. x/@gecomble
Sassi, mascote do Internacional Sporting Club, foi acusado de abraçar Coppell com força após o gol da vitória do Inter no domingo. Instagram/@sacidointer

Um vídeo obtido pelo canal mostrou Kumble caminhando atrás do gol enquanto Sassi estava por perto.

Sassi estaria comemorando o gol tardio que selou a vitória do time por 3 a 2 sobre o Grêmio.

Kumble supostamente mencionou como ela tentou afastar o mascote indesejado.

A repórter disse que ela era a única jornalista trabalhando atrás do único alvo, e a única para quem o mascote fazia gestos estranhos, e em uma ocasião ela até se inclinou e olhou para o telefone.

Após a partida, Kumble denunciou o abraço indesejado à delegacia local, que investiga o caso como caso de assédio sexual.

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“Infelizmente o Gre-Nal acabou com um (boletim de ocorrência) para mim. Assédio sexual do mascote @SCInternacional.” Postar Kumpel em X Junto com fotos de dentro da estação.

Kumble criticou as ações do mascote, dizendo que ações como o abraço forçado de Sassy são o que as mulheres nos esportes estão sujeitas no trabalho. x/@gecomble
A mascote supostamente estava apenas fazendo gestos estranhos para Kuppel e, a certa altura, até se inclinou e olhou para o telefone. Instagram/@sacidointer

Kumble criticou as ações do mascote, dizendo que ações como o abraço forçado de Sassy são o que as mulheres nos esportes estão sujeitas no trabalho.

“Mais um dia de mulheres querendo fazer seu trabalho no futebol e sofrendo por isso com alguns criminosos idiotas”, acrescentou Kumble. “Eu irei até o fim para que nenhuma outra mulher tenha que passar por isso.”

Após sair da delegacia, Kumble revelou que estava bem, apesar da interação que teve horas antes.

“Está tudo bem. Tirei de mim o medo, o tremor, o choro e a descrença naquele momento. Fiz o que pude, porque tirar a verdade é impossível. ela disse em uma postagem de acompanhamento.

O Inter teria entregue todas as imagens de campo da partida à polícia para auxiliar no caso, segundo o GE.

Após a partida, Kumble denunciou o abraço indesejado à delegacia local, que investiga o caso como caso de assédio sexual. x/@gecomble
Kuppel compartilhou uma foto sua no departamento de polícia preenchendo o relatório após o jogo de domingo. x/@gecomble

O funcionário não identificado, que vestia uniforme Sassi, foi suspenso do cargo enquanto se aguarda o resultado da investigação.

“Até que o processo seja concluído, o funcionário ficará separado do representante do SASI”, afirmou a equipe em comunicado. Obtido pelo jornal americano The Sun.

“Estamos confiantes de que todos os factos serão devidamente esclarecidos junto da polícia da Autoridade”, refere o comunicado. “Portanto, enquanto se aguarda uma rápida resolução do caso, o funcionário responsável pelo mascote e pelo próprio clube permanecerão à disposição das autoridades.”


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