Wilson Sones recebe visitantes na Intermodal: “Logística marítima e portuária se fortalece quando compartilhamos experiências”, diz COO

Durante os três dias da Intermodal South America, o estande da Wilson Sons, maior operadora integrada de logística portuária e marítima do Brasil, recebeu centenas de visitantes, desde players do mercado, clientes e fornecedores até o público em geral. Na noite da última terça e quinta-feira (02/03), foi divulgado o estudo global inédito da empresa, que ficou disponível em tablets instalados na plataforma para leitura dos visitantes. A empresa identificou 528 startups do setor, com soluções que atendem diretamente às demandas do setor, e está sediada em 45 países dos cinco continentes.

O estudo contou com o apoio do Cubo Maritime & Port, uma iniciativa do Cubo Itaú em parceria com Wilson Sons, Porto do Açu e Hidrovias do Brasil, para fortalecer aliança com grandes corporações, start-ups, fundos de investimentos e demais stakeholders da indústria portuária .

Em seu estande na 27ª edição da Intermodal, que atraiu mais de 500 expositores e cerca de 40 mil visitantes, executivos e colaboradores da Wilson Sons trocaram informações, estreitaram relacionamentos com stakeholders e apresentaram o portfólio diversificado da empresa, oferecendo novas soluções para o setor marítimo e portuário em Brasil. Além da cadeia logística global. Com 185 anos de atuação e abrangência nacional, a Wilson Sons adota constantemente novas tecnologias para apoiar o desenvolvimento sustentável do Brasil.

A história da empresa, contada de forma interativa, foi outra atração nos movimentados corredores da Intermodal. Em seu estande, a F70, uma linha do tempo interativa da Wilson & Sons, desde sua fundação em 1837, apresentou, em inglês e português, seus principais marcos, incluindo sua listagem no Novo Mercado da B3, a Bolsa de Valores brasileira, que exige a mais alta nível de julgamento.

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“Estamos muito felizes em participar novamente do maior evento da América Latina. É mais uma oportunidade de nos conectarmos com nossos clientes. A logística marítima e portuária ganha força quando compartilhamos nossa expertise em momentos como este”, comenta Arnaldo Calbuchi, COO da Wilson Filhos Filhos.

Os negócios da empresa incluem dois terminais de contêineres (na Bahia e no Rio Grande do Sul); 80 locomotivas (a maior e mais potente frota do Brasil); dois estaleiros no Guarujá (SP); 23 embarcações de apoio naval de bandeira brasileira; duas bases de apoio naval na Baía de Guanabara (Rio de Janeiro); facilidade logística associada em Santo André (SP); E uma das maiores agências de frete independentes do Brasil.

Na Intermodal, a Wilson Sons anunciou a aquisição de um sistema de reconhecimento óptico de caracteres (OCR) da ABB para guindastes de pórtico ship-to-shore no Terminal de Contêineres de Rio Grande, a instalação de contêineres mais automatizada do Brasil. O sistema inclui um módulo QuayPro para digitalizar as confirmações de estoque de contêineres. A empresa tem usado os sistemas de portões automatizados da ABB em seus terminais de contêineres Tecon Rio Grande e Tecon Salvador desde 2013. “A adição do Crane OCR com QuayPro ao sistema de portões existente apóia a visão da empresa para a automação e digitalização das operações do terminal”, disse Paolo Bertinetti. CEO do Terminal de Contêineres de Rio Grande.

Ao longo de seus quase dois séculos de história, a Wilson Sons vem apoiando o desenvolvimento do comércio mundial e colaborando de forma crítica com a competitividade e o avanço tecnológico do Brasil. A empresa está trabalhando fortemente para melhorar a cadeia logística, fundamental para a economia e desenvolvimento do País. 90% das mercadorias movimentadas são transportadas por via marítima, representando cerca de 24% da economia brasileira. Deve-se notar que os portos e a navegação são os alicerces da economia global: 80% a 90% do comércio mundial utiliza o transporte marítimo. O valor das mercadorias transportadas é de 5 trilhões de dólares americanos em valor agregado.

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Para discutir essas importantes agendas de inovação, bem como novas soluções e perspectivas para a indústria portuária, dois diretores da Wilson & Sons foram convidados a participar da primeira conferência multimídia da América do Sul. O Diretor de Transformação Digital Eduardo Valença participou de um painel de discussão intitulado “O Papel da Tecnologia no Desenvolvimento da Indústria Marítima e dos Portos Nacionais”. Mediada pelo CEO da Cobo Itach, Paulo Costa, a comissão contou com Guilherme Rosetti (cofundador da Argonáutica), Vinícius Patel (COO do Porto do Açu) e Mariana Yoshioka (Diretora de Engenharia e Inovação da Hidrovias do Brasil).

“Estamos unindo forças em prol do setor de transportes marítimos e portuários, para incentivar os empreendedores com o objetivo de aumentar a produtividade das operações. Vivemos um momento inédito no setor e precisamos aproveitar essa oportunidade para obter ganhos de eficiência e operações mais sustentáveis, ao mesmo tempo em que promovemos o surgimento, o desenvolvimento e a proliferação de startups, com soluções que impactam nosso setor”, disse Valença.

CEO do Terminal de Contêineres Salvador Wilson & Sons e Centro Logístico de Santo André (SP) Demir Lourenço participou do painel “Comércio Internacional Pós-Pandemia: Percepção dos Operadores Logísticos sobre as Mudanças nas Cadeias Produtivas”. Com a mediação de Marcella Cunha (CEO da ABOL), o comitê contou com Daniel Salcedo (Diretor Comercial da Prado), D’Ajalma Villella (Presidente da Multilog) e Giovanni Grassi (Chefe de Merchandising e Desenvolvimento de Produtos da Ceva).

Vivemos um período de disrupção por causa da pandemia, disse Lourenço, que provocou mudanças que vieram para ficar, como o aumento do trabalho remoto e do e-commerce, levando todo o setor a se reinventar. O CEO observa que, desde 2022, houve um retorno gradual à normalidade no mercado. Apesar dos desafios, os baixos índices de frete, por exemplo, devem favorecer o escoamento do comércio no país.

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“É importante olhar para transporte e oportunidades. O Brasil, com mais de 8.000 km de litoral, ainda não atingiu todo o seu potencial. Com as condições de mercado se normalizando, há também uma oportunidade significativa para restaurar as operações costeiras, restaurando os níveis de crescimento visto até 2019 (quase dois dígitos).
Fonte: Wilson Filhos See More

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