Rodrigo Santoro: ‘7 Prisioneiros’ expõe ‘escravidão moderna’

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Rodrigo Santoro está estrelando o drama brasileiro “7 Prisioneiros”. Imagem de arquivo por Jim Ruymen / UPI | imagem de licença

Los Angeles, 11 de novembro (UPI) – Rodrigo Santoro disse que seu filme brasileiro, 7 prisioneirosque estreia quinta-feira na Netflix, expõe a questão da escravidão moderna no Brasil.

Santoro, 46 ​​anos, interpreta Luca, um gestor de resíduos em São Paulo que contrata jovens para trabalhar e os detém enquanto trabalham para pagar suas dívidas com ele vinculadas aos benefícios que ele oferece.

“Já ouvi falar da escravização moderna antes”, disse Santoro à UPI em entrevista ao Zoom. “Estou triste em dizer que é tão real. Temos 40 milhões de pessoas e estamos falando sobre essa mesma situação em todo o mundo hoje.”

O filme segue Matthews (Christian Malherus) e seus amigos que vão trabalhar para o Sr. Luca. O trabalho deles é separar os minerais em um ferro-velho para entrega.

Depois de trabalhar por uma semana e não ser pago, Matthews fica surpreso ao saber que Luca cobra taxas por moradia, alimentação, transporte e outras despesas combinadas que ele paga para trabalhar. Santoro disse que Luca não tem ilusões de que é um presidente benevolente.

“Ele obviamente representa o opressor aqui”, disse Santoro. “Ele vive da exploração de seus trabalhadores, mas está muito consciente das coisas terríveis que faz.”

Santoro chamou Luca de “não o vilão, mas o antagonista do filme”. 7 prisioneiros Ele aprofunda sua fundação para mostrar a quem responder, mas Santoro disse que nem ele nem o diretor Alexandre Morato queriam fazer com que Luca se solidarizasse.

“Tivemos muito cuidado para não tentar compensar o personagem porque acho que ele não tem salvação”, disse Santoro. “Há um quadro maior que é um produto disso. Você entende os diferentes níveis de estruturas de poder.”

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Quando o Sr. Luca frustra as tentativas de fuga de Mateus, Mateus decide aceitá-lo e aprender o negócio. Santoro disse que o treinamento do próximo chefe explorador é como o ciclo da escravidão continua na era moderna.

“Ele acha que estou dando uma chance a esse garoto para que ele possa sair desse ponto fraco e sair desse lugar terrível”, disse Santoro. “De certa forma, para Luca, ele acha que está ajudando e essa é a minha vez.”

Santoro começou a trabalhar na televisão e no cinema brasileiro em 1993. Ele também apareceu em filmes de Hollywood, como os filmes de 2003 Os Anjos de Charlie: Aceleração Total e 2006 300E a série de TV Perdido.

Mesmo com o sucesso de Hollywood, Santoro continuou trabalhando no Brasil.

“É muito importante que eu trabalhe aqui no meu próprio idioma, por muitas razões”, disse Santoro. “De certa forma, também ajuda a representar nossa cultura sendo latina e falando sobre nossos problemas, então é uma escolha consciente de ser.”

300 Foi um sucesso mundial. Santoro disse fama 300 Isso ajudou seus projetos brasileiros a serem financiados com mais facilidade.

Santoro reprisou seu papel como rei persa Xersis em 300: Ascensão de um império. Ele passou a ter papéis em filmes de Hollywood como Ben Hur Remake e HBO Westworld Um seriado dividindo seu tempo entre projetos brasileiros.

“É claro que as portas se abriram”, disse Santoro. Quando é internacional 300, Isso muda seu status e você tem mais chances. As pessoas começam a confiar mais no que chamam de valor de mercado.”

Uma possível quarta temporada de Westworld Envolto em mistério. A HBO renovou a série para uma quarta temporada e está em produção, mas membros do elenco como Santoro não podem reconhecer seu retorno.

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“Não sei onde ele está agora”, disse Santoro, “mas tive uma conversa e estou esperando”. “Eu só tinha boas lembranças disso, então sim, eu vou amanhã.”

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