Presidente da Finlândia diz que guerra da Rússia na Ucrânia “exacerba” problemas internacionais pré-existentes

O presidente brasileiro Jair Bolsonaro discursa na Assembleia Geral das Nações Unidas. (Brian McDermid/Reuters)

O presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, pediu na terça-feira a diplomacia como a melhor maneira de acabar com o conflito na Ucrânia.

Em discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas em Nova York, Bolsonaro disse que o primeiro passo para uma paz duradoura deve ser “um cessar-fogo imediato, a proteção de civis e não combatentes e a preservação de infraestrutura crítica para ajudar a população”.

Bolsonaro disse que o Brasil não vê as sanções contra a Rússia como uma maneira viável de acabar com o conflito de sete meses que começou após a invasão da Ucrânia pela Rússia.

“Não acreditamos que a melhor maneira seja adotar sanções unilaterais e seletivas que sejam incompatíveis com o direito internacional”, disse Bolsonaro. “Essas medidas prejudicaram a recuperação econômica e ameaçaram os direitos humanos de populações vulneráveis, inclusive em países europeus”.

“A solução para o conflito na Ucrânia só será alcançada por meio de negociações e diálogo”, disse.

Algum contexto: Em abril, a Reuters mencionado A Rússia pediu apoio ao Brasil no Fundo Monetário Internacional, no Banco Mundial e no Grupo dos Vinte das principais economias diante das sanções.

Bolsonaro, que manteve o Brasil neutro na crise da Ucrânia, expressou sua “solidariedade” quando visitou o presidente russo, Vladimir Putin, em 16 de fevereiro, uma semana antes do início da invasão. O chanceler brasileiro, Carlos Franca, disse anteriormente que o Brasil se opõe à expulsão da Rússia do Grupo dos Vinte.

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