Grã-Bretanha aprova vacina Oxford contra Covid-19 – Saúde

Londres – O Reino Unido autorizou o uso emergencial da vacina contra O coronavírus recente Desenvolvido por AstraZeneca Em parceria com Universidade Oxford. A vacinação foi aprovada pela Agência Reguladora do Reino Unido (MHRA) nesta quarta-feira, 30, em um momento em que as autoridades esperam acelerar a campanha de vacinação. Foi lançado no país no início de dezembro. A MHRA aprovou um regime de administração de duas doses, com um intervalo de 1 a 3 meses. A vacinação deve começar na próxima semana.

Esta é a segunda vacina aprovada no Reino Unido, que também foi aprovada O primeiro a aprovar o uso da vacina Pfizer. Esperava-se que o dispositivo de vacinação Oxford / AstraZeneca fosse mais barato e fácil de distribuir. Suas doses podem ser armazenadas em freezers convencionais, sem a necessidade de mantê-las a -70 ° C.

O país confirmou 53.135 casos de Covid-19 na terça-feira 29, o maior número registrado desde o início da epidemia, superando o recorde do dia anterior em mais de 11.000 casos.

O Reino Unido encomendou 100 milhões de doses da vacina, mas até o final de 2021 deve receber até 350 milhões, segundo contratos firmados com fabricantes já em fase de testes clínicos.

O consentimento é a validação de uma vacina considerada essencial para a imunização em massa em países como o Brasil. A falta de transparência na publicação de dados de teste clínico e erro de dose que resultou em dois resultados de eficácia – 62% quando aplicado em um regime de duas doses completas e 90% quando aplicado em um regime de duas doses completas e 90% em uma meia dose seguida por uma única dose completa – perguntas foram feitas por especialistas. A vacina não deve ser aprovada pela União Europeia e pelos Estados Unidos em um futuro próximo.

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Mounir Peer Muhammed, diretor do Setor de Farmacogenética do Sistema Único de Saúde (NHS) e um dos responsáveis ​​por avaliar vacinas contra a Covid-19, disse nesta quarta-feira 30 que o sistema imunológico pode ser 80% eficaz quando aplicado duas vezes. Doses completas com intervalo de três meses. Esses dados não foram divulgados antes.

“Também analisamos o regime de meia dose (que de acordo com a AstraZeneca garante 90% de eficácia), mas sentimos que os resultados não foram confirmados na análise completa”, disse Bayram Mohamed.

Ao mudar a abordagem, a Comissão Conjunta de Vacinação e Imunização (JCVI) disse que a prioridade deve ser dar a primeira dose para o maior número de pessoas nos grupos de risco, ao invés de fornecer as duas doses necessárias no menor tempo possível.

O secretário de saúde Matt Hancock disse que a MHRA apresentará mais detalhes sobre o regime de dosagem na quarta-feira, 30.

Brasil

A vacina Oxford continua sendo a grande aposta do governo brasileiro, que investiu 1,9 bilhão de reais para viabilizar a compra, tratamento e distribuição de 100 milhões de doses do sistema imunológico. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), que começará a produzir a vacina no país em janeiro, deve solicitar o registro à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na próxima semana.

A Anvisa tem até 60 dias para analisar o pedido, mas a autorização está prevista até fevereiro. Segundo o ministro da Saúde, Eduardo Pazuelo, a vacinação deve começar no mesmo mês. Novo, AFP, Reuters

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