Explore as plantas e a paisagem do Brasil

“Assistir a essas aulas foi algo que pensei que poderia me tornar uma pessoa muito completa”, disse Quackenbush. “Aprender sobre design agrícola foi interessante para mim. Eu queria explorar meu lado artístico que achava que não tinha, mas estava interessado em ver o que havia por aí.

Emma Carey, estudante de ciências vegetais com especialização em horticultura paisagística e ciências ambientais do solo, ficou impressionada com a quantidade de plantas e árvores que crescem no Brasil. Ela ficou maravilhada com as belezas naturais do Brasil, o rio Amazonas e a selva.

“O que me lembro com muita clareza é que cada vez que entrámos num avião para qualquer lugar, era apenas abrir a janela e ver a vasta floresta e saber que só víamos uma pequena parte dela”, disse Carey. “Ele me surpreendeu. Foi tão legal.”

A independência foi uma das habilidades que Carey adquiriu durante a sessão de inverno.

“Navegar numa cidade nova, especialmente numa onde não falo a língua, deu-me muita confiança na minha capacidade de navegar pelo mundo em geral”, disse Carey. “Ela também me ensinou paciência e seguir o fluxo.”

Addison Garrett, estudante do segundo ano de engenharia mecânica, adquiriu as habilidades de recuar, observar o ambiente e mergulhar na natureza. Ele falou muito bem sobre estudar no exterior e o recomendou fortemente a qualquer pessoa que estivesse pensando nisso.

“Você conhece pessoas incríveis”, disse Garrett. “Não importa qual curso ou profissão você queira seguir, ter uma experiência mundana como essa, engajar-se em uma cultura diferente, aprender a ser mais aberto e superar diferenças, é isso que faz de você uma pessoa mais mundana e o tornará mais bem-sucedido na construção de relacionamentos que podem levá-lo a muitos lugares diferentes.

Barton se aposentará no final deste ano acadêmico e passará a tocha para liderar o programa Brasil para Hamaker e seus colegas docentes.

Ao longo dos anos, Barton fez inúmeras conexões com paisagistas locais e outros residentes. Caminhei pelo Pão de Açúcar, uma caminhada íngreme com ótimas vistas do Rio. Pedalei até a ilha do Corcovado, onde fica a estátua de 30 metros de altura do Cristo Redentor, uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno.

Mas de todas as lembranças que ela acumulou ao longo dos anos, levar os alunos para conhecer o Sítio Roberto Burle Marx, ver suas reações e aprender ela mesma o desenho são algumas das mais especiais.

“Aprendi com meus alunos”, disse Barton. “Sempre que vou ao Brasil, os alunos apontam coisas que eu não sabia. Aprendemos uns com os outros.”

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