Banco do Brasil está financiando o veterano e aposentado CFO em uma remodelação

Carlos André, diretor financeiro do Banco do Brasil e ex-chefe do negócio de gestão de ativos de US $ 217 bilhões, está se aposentando após mais de 37 anos no setor.

Andre foi nomeado CFO do gigante bancário brasileiro em novembro do ano passado, após atuar por dois anos como CEO da divisão de gestão de ativos da BB DTVM. Ele também ocupou o cargo de diretor de investimentos em uma gestora de recursos entre 2009 e 2018, de acordo com o banco.

O Banco nomeou José Ricardo Fagondi Forni, atual Diretor de Logística, Infraestrutura e Ativos do Banco do Brasil, para assumir o cargo de Diretor Financeiro.

Fagonde Forini está na empresa desde 1986 e ocupou diversos cargos de direção em sua unidade BB DTVM, de acordo com um arquivo organizacional publicado no início deste mês.

Além disso, Mauro Ribeiro Neto, presidente do Banco do Brasil, deixará o cargo na sexta-feira por “motivos pessoais”. Neto foi substituído pelo Diretor de Governança Ênio Mathias Ferreira, conforme arquivado.

As operações de saída fazem parte de uma reforma da liderança executiva que está sendo implementada pelo recém-nomeado CEO do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro. Ribeiro foi empossado como o novo CEO do banco estatal no início do mês pelo presidente brasileiro Jair Bolsonaro.

Bolsonaro depôs o antecessor de Ribeiro, André Brandão, no final de março, após disputas sobre medidas de corte de custos que Brandão planejava implementar, como fechamento de filiais e corte de pessoal, segundo relatos.

Após a nomeação, Ribeiro disse que pretende substituir seis dos sete deputados do Grupo, restando apenas Carlos Motta, responsável comercial da empresa. O banco apoiou o plano de Ribeiro, afirmando que tinha “o direito de formar uma equipa própria”. André e Neto são os primeiros CEOs a sair do novo regime de Ribeiro.

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Ao longo de abril, vários membros do conselho de administração do Banco do Brasil renunciaram em protesto contra as ações do Bolsonaro e a nomeação de Brandão, que, segundo os críticos, não tinha expertise para dirigir a empresa.

A mudança na liderança também ocorre quando nada menos que cinco gestores de recursos internacionais – incluindo UBS, BlackRock, Franklin Templeton e o Principal Financial Group – estão disputando o controle da BB DTVM, a gestora de recursos do Banco do Brasil.

As negociações para a venda da BB DTVM acontecem desde pelo menos 2019, mas a nomeação de Brandau levanta dúvidas sobre se a venda será feita agora.

Um porta-voz da empresa não respondeu imediatamente a um pedido de comentário sobre as mudanças em sua liderança.

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