BAM e Triple Umbrella apresentam modernidade brasileira aos 100 anos

Co-apresentado pela revista Triple Canopy, Brazilian Modernism at 100 celebra o bicentenário da independência brasileira e os 100 anos da lendária Semana de Arte Moderna de 1922 em São Paulo, que inaugurou uma nova e única sensibilidade brasileira.

Os filmes desta série destacam o legado da provocante modernidade brasileira, a inovação e a busca do pluralismo como contrapeso à história colonial. Abrangendo seis décadas de cinema brasileiro, a programação inclui o inovador filme mudo Limite (Mário Peixoto, 1931-13 de fevereiro), clássicos do Cinema Novo dos anos 1960 – Macunaíma (Joaquim Pedro de Andrade, 1969-11 de fevereiro) e Antônio das Mortes (Glauber Rocha ) (15 de fevereiro de 1969) – Revisitando o espírito revolucionário da década de 1920 com a consciência do Tropicalismo político.

A série tem duas estreias nos EUA: Miramar, do cineasta Marginal Júlio Bressane (13 de fevereiro de 1997) e Procurando Makunaíma (Rodrigo Séllos, 12 de fevereiro a 2020), documentário moderno sobre o lendário herói indígena que inspirou Mário de Andrade. 1928, Makonema. O diretor Rodrigo Silos estará no BAM para uma sessão de perguntas e respostas após a exibição. Também destaque no Modernismo brasileiro nos anos 100 é o Homem do Pau-brasil (Joaquim Pedro de Andrade, 1982-13), uma comédia de fantasia retratando o famoso escritor modernista brasileiro Oswald de Andrade, e o curta-metragem Murais e Mosaicos (Vivian Ostrowski, 2010-fev 13 ), Um olhar sobre os murais de meados do século e exibidos com Miramar. A diretora Vivian Ostrovsky será a apresentadora.

Este programa coincide com a publicação da Triple Canopy de um excerto da nova tradução da programadora convidada Katrina Dodson de Makonima: The Characterless Hero (New Directions, 2023), como parte de Unknown States, uma edição sobre fantasias de nacionalismo.

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Suporte adicional do Brazil LAB na Universidade de Princeton

Makonema (1969) dirigido por Joaquim Pedro de Andrade. Com Grand Otilo, Paulo José e Jardel Filho. O pioneiro do cinema novo Joaquim Pedro de Andrade adapta a obra-prima modernista de Mário de Andrade de 1928 em uma obra de gênero que dobra o Tropicalismo, misturando mito, comédia e crítica à ditadura militar no Brasil nos anos 1960. Digital. 95 minutos Sexta-feira, 11 de fevereiro, às 19h

* Painel de discussão com a programadora da série Katrina Dodson, o diretor Rodrigo Silos, com outros membros a serem anunciados em breve, moderado pelo editor da Triple Canopy, Matthew Shane Goodman

Procurando Makonima (2020) Dir. Rodrigo Silos. Um documentário que traça o personagem fictício mais famoso do Brasil, Makonema, o herói da modernidade do escritor Mario de Andrade, até suas origens como Makonema, um lendário ancestral dos povos indígenas do norte da Amazônia. 84 minutos. DCP. Sábado, 12 de fevereiro, às 19h

* Perguntas e respostas pós-show com o diretor Rodrigo Silos, moderado por Katrina Dodson

Homem de pau-brasil (1982) dir. Joaquim Pedro de Andrade. Com Tala Nandi e Flávio Galvão. O renomado escritor modernista brasileiro Oswald de Andrade interpreta dois atores – que representam a anima feminina e seu lado masculino – nesta comédia de fantasia de Joaquim Pedro de Andrade. 106 min. Digital. Domingo, 13 de fevereiro, às 14h

Miramar (1997) dir. Giulio Bressan + Murais e Mosaicos (2010) Abadia. Vivian Ostrovsky. Retrato de Julio Bressan de um jovem cineasta, vagamente adaptado do Bildungsroman de Oswald de Andrade de 1924, Memórias Emocionais de João Miramar, telas com colagem de vídeo do muralista de meados do século Paulo Wernick. Tempo total de execução: 98 minutos. Domingo, 13 de fevereiro, às 16h30

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Introdução, dirigido por Vivian Ostrovsky

Limite (1931) Dir. Mário Peixoto. Com Iolanda Bernardes, Edgar Brasil e Mario Peixoto. Novas técnicas cinematográficas estão constantemente se desdobrando neste excepcional filme mudo, repleto de imagens fascinantes e lindas paisagens brasileiras. 120 minutos. DCP. Domingo, 13 de fevereiro, às 19h

Antonio das Mortes (1969) Diretor. Glauber Rocha. Com Mauricio de Valle, L’Oréal Barris. Cinema Novo provocador Glauber Rocha A alegoria revolucionária de um assassino aposentado, uma disputa entre latifundiários e camponeses, a luta pela alma de um velho e o futuro do Brasil. 95 minutos. 16 milímetros. Terça-feira, 15 de fevereiro, às 19h.

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