A Copa do Mundo volta ao Brasil

Dez anos depois de sediar a Copa do Mundo Masculina da FIFA de 2014, o Brasil foi escolhido em 17 de maio para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2027, marcando a primeira vez que o torneio viajará para a América do Sul. Por meio da campanha intitulada “Está tudo pronto”, a indicação brasileira destacou que o país já possui toda a infraestrutura necessária para sediar o torneio.

Esta é uma referência ao trabalho realizado na preparação para a Copa do Mundo de 2014, cuja organização também começou durante um dos mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva como Presidente do Brasil. Na verdade, o campeonato brasileiro de futebol feminino, criado em 2017, faz parte do programa legado da Copa do Mundo de 2014.

A experiência do Brasil em grandes eventos esportivos também inclui os Jogos Pan-Americanos de 2007, os Jogos Olímpicos de 2016 e a Copa América de 2019 e 2021.

Mas o torneio de 2027 terá uma perspectiva diferente. “Ao contrário do Mundial de 2014, o Mundial Feminino de 2027 oferece uma oportunidade única para promover a igualdade de género no desporto”, afirma Júlia Costa, diretora de promoção do futebol feminino do Ministério do Desporto, em declarações ao . Relatório brasileiro.

O tamanho das despesas e receitas é insignificante em comparação com o torneio masculino, que é a competição desportiva mais assistida do mundo.

As projecções da CBF colocam os investimentos em estruturas temporárias num custo total de 13 milhões de dólares – menos de 10 por cento do que foi gasto em 2014, e dinheiro público. Não será necessário. Não é de surpreender que essas estimativas sejam frequentemente ultrapassadas quando tudo vai bem.

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