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Confira a repercussão da saída de Moro do governo Bolsonaro

"Polícia Federal é uma polícia de Estados, e não de governo", disse Marco Aurélio de Melo, ministro do STF

 

Por Guilherme Vicente, do Bem Mais Brasília 
Política | 24 de Abril de 2020, 14h05

Não demorou muito para que autoridades e políticos se manifestassem a respeito da saída de Sério Moro do ministério da Justiça e Segurança Pública

 

O agora ex-ministro, convocou a imprensa na manhã desta sexta-feira para um pronunciamento, onde explicou os motivos que o levaram a tomar essa decisão. 

 

Moro acusou o chefe do executivo federal de tentar interferir na Polícia Federal, indicando um nome político para o cargo e não técnico; e lembrou que em nenhum outro governo isso aconteceu. 

 

Sérgio Moro abandonou a carreira de juiz federal após um convite de Jair Bolsonaro para fazer parte do seu ministério, em 2018. 

 

Confira a repercussão: 

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"Minha admiração apenas cresceu (em relação a Moro). O que ele revelou é seríssimo. Temos uma crise sanitária, uma crise econômica financeira e agora temos uma crise institucional. A Polícia Federal é uma polícia de Estados, e não de governo. Isso é fundamental para dizermos que vivemos em um Estado Democrático de Direito. Eu fico preocupado com a instabilidade. Aonde vamos parar? Tempos estranhos!" - Marco Aurélio, ministro do Supremo Tribunal Federal 

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"O Brasil perde muito com saída de Sérgio Moro do Ministério da Justiça. Moro mudou a história do País ao comandar a Lava Jato e colocar dezenas de corruptos na cadeia. Deu sinal de grandeza ao deixar a magistratura, para se doar ainda mais ao nosso País como ministro." - João Dória, governador do Estado de São Paulo

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

“Foram muito graves as declarações do ministro Sergio Moro ao comunicar sua demissão, indicando possíveis crimes por parte do presidente da República [Jair Bolsonaro]. Solicitei à Comissão de Estudos Constitucionais da OAB 1 estudo detalhado do pronunciamento e suas implicações jurídicas. É lamentável que, no dia seguinte ao país registrar mais de 400 mortos pela pandemia, estejamos todos em meio a nova crise patrocinada pelo governo”. - Felipe Santa Cruz, presidente da OAB

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"Vários crimes de responsabilidade descritos por Moro. Os ministros, especialmente os militares que ainda respeitam esse país, deveriam renunciar a seus cargos e forçar a renúncia. O impeachment é processo longo. A crise sanitária e econômica vai se agravar se nada for feito." - Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"O trabalho realizado sempre foi técnico. Durante a epidemia trabalhamos mais próximos, sempre pensando no bem comum. Parabéns pelo trabalho Ministro Sérgio Moro. O país agradece! Outras lutas virão! - Luiz Henrique Mandetta, ex-ministro da Saúde

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"Moro acaba de fazer uma 'delação premiada'. Ao vivo em coletiva" - Kátia Abreu, senadora da República do Estado do Tocantins

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"A entrevista de Sergio Moro é uma confissão de crimes e uma delação contra Bolsonaro: corrupção, pagamento secreto de ministro, obstrução de justiça, prevaricação. Moro tinha de sair da entrevista direto para depor na Polícia Federal." - Gleisy Holffmann, deputada federal do Estado do Paraná

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"Fico impressionado com a ingratidão de Bolsonaro. Ele jamais seria eleito presidente da República sem as ações do então juiz Moro" - Flávio Dino, governador do Estado do Maranhão

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

Assisto com tristeza ao pedido de demissão do meu ex-colega, o Juiz Federal Sergio Moro, cujos princípios adotamos em nossa vida profissional com uma missão: o combate ao crime. Ficaria honrado com sua presença em meu governo porque aqui, vossa excelência, tem carta branca sempre" - Wilson Witzel, governador do Estado de Rio de Janeiro 

 

Foto: Reprodução/Internet 

 

"Sérgio Moro tem uma vida de grandes serviços prestados ao País na moralização e no combate à corrupção. Lamentável que essa situação tenha chegado a esse ponto." - Ronaldo Caiado, governador do Estado de Goiás

 

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