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Atletas brasilienses declaram seu amor à capital federal

O marchador Caio Bonfim e as gêmeas Nayara e Nayeri Albuquerque, donas de um dos maiores times de futebol feminino do DF, destacam seus lugares preferidos em Brasília

 

Por Redação, da Agência Brasil 
Esportes | 21 de Abril de 2020, 16h00

Minas Brasília Tênis Clube é três vezes campeão do Candangão e integra, pelo segundo ano consecutivo, a Série A1 do Campeonato Brasileiro - Foto: Icesp/Divulgação

 

A regra é clara: se puder, fique em casa. Mesmo que seja em uma ocasião tantas vezes celebrada pelos cidadãos e moradores da cidade, como o aniversário de Brasília, em 21 de abril. Neste ano, a Capital Federal comemora 60 anos. E a recomendação vale para todos, inclusive, para os esportistas que, hoje em dia, estão adaptando à rotina de treinamentos e exercícios físicos regulares para dentro de seus lares, enquanto segue interrompido o calendário nacional e internacional de competições.

 

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É o caso do Caio Bonfim, principal nome da marcha atlética brasileira, que nasceu e vive em Brasília. Mais especificamente em Sobradinho, onde mora no mesmo lote de seus pais, que também são seus treinadores, o que facilitou o planejamento esportivo neste período de isolamento social.

 

“Tenho prazer enorme de viver aqui. A gente viaja o mundo todo pelo esporte, mas um lugar que amo treinar é nessa cidade”, destaca o jovem, que escolheu o Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek como ideal para a prática de exercícios físicos.

 

“O Parque da Cidade é uma referência. Tem a volta de 4 km, a volta de 6 km, a volta de 10 km, quadras de vôlei, frescobol, futevôlei, kart, estacionamentos grandes. Meu lugar predileto para treinar, não é o melhor para as pessoas porque eu preciso do desafio. Com percurso duro e tudo mais. Mas o Parque da Cidade é um lugar que gosto de treinar, muito mesmo”, completa.

 

Caio Bonfim avalia que os programas esportivos da Secretaria de Esporte e Lazer do Distrito Federal como grandes diferenciais em relação aos demais estados.

 

LEIA TAMBÉM:

1. Brasília 60 anos: as gírias da capital federal

2. É hora de celebrar

3. Brasília faz 60 anos, encontra novas vocações, mas mantém desigualdade

 

“As bolsas atletas são muito legais, do estudantil até olímpica. Temos uma coisa que não tem em lugar nenhum do país que é o Compete Brasília. Me ajudou muito, tanto no ciclo olímpico do Rio de Janeiro, como nesse agora de Tóquio. Fiz muitas viagens, meu recorde brasileiro e o índice para as Olimpíadas, eu fiz em uma viagem pelo Compete Brasília. É uma coisa fantástica. Mas agora a gente poderia ter uma iniciativa privada um pouco melhor.”

 

O clima seco, característico do nosso Cerrado, beneficia o atleta da capital federal, segundo Caio Bonfim, já que quanto menos dias de chuva no ano, maior a possibilidade de treinar ao ar livre tranquilamente.

 

Caio Bonfim foi medalha de prata nos 20 quilômetros  da marcha atlética nos Jogos Pan-Americanos Lima, em 2019 - Foto: Abelardo Mendes Jr. /rededoesporte.gov.br

 

“A sequidão é uma condição adversa, mas dá para manter o mesmo ritmo. É maravilhoso porque se você aguentar o clima de Brasília, você aguenta qualquer clima do mundo”, diz o atleta que levou, entre outros pódios, a prata no Pan-Americano de Lima 2019, na prova dos 20 quilômetros, em que é especialista.

Futebol feminino

 

Para as irmãs gêmeas Nayara e Nayeri Albuquerque, fundadoras do Minas Brasília Tênis Clube – time de futebol feminino três vezes campeão do Candangão e que integra pelo segundo ano consecutivo a Série A1 do Campeonato Brasileiro –, o clima da cidade é agradável, sem interferência no condicionamento físico das atletas da equipe.

 

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“Somos apaixonadas por Brasília e já tivemos grandes oportunidades de ir para fora. Nosso maior intuito é construir algo significativo e fazer história em Brasília”, ressalta Nayeri.

 

História essa que começou em 2012, quando o projeto social foi criado com o propósito de dar mais oportunidades para as meninas mais jovens que sonhavam em ingressar na vida esportiva.

 

“A cada ano que passava a gente tentava progredir em algum sentido, organizar o projeto como um todo, colocar metas e objetivos. Nosso primeiro objetivo era vencer o Candangão para que pudéssemos ter a oportunidade de participar de um campeonato em cenário nacional”, diz a atleta.

 

O primeiro título do Candangão aconteceu em 2016, feito repetido em 2017 e 2018. No segundo ano de conquistas, o clube garantiu uma vaga na série A2 do Campeonato Brasileiro e, posteriormente, na série A1 – em que participa em 2020, pelo segundo ano consecutivo. A formação em Direito de Nayeri combina com vocação de Nayara em Ciências Contábeis para tratar a parte administrativa do clube.

 

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“Brasília precisa ter um incentivo maior ao futebol feminino. Todo o espaço que conquistamos foi por não desistir do projeto”, acrescenta.

 

A dupla sempre morou na Zona Rural de Brazlândia, numa área conhecida como Núcleo Rural do Rodeador. Elas guardam lembranças de infância e o início da paixão pelo futebol, com a disputa dos torneios locais.

 

“Temos uma identificação muito grande, é uma cidade pequena, onde todo mundo conhece todo mundo. Já o Minas Brasília não tem cidade, tem atletas de todas as cidades. A gente costuma dizer que somos o todo, de todas as cidades satélites do Distrito Federal. Não temos preferência por uma”, completa.

 

O Minas Brasília Tênis Clubes atua em todas as categorias, sendo elas a principal, o Sub-18, categorias de base Sub-16 e Sub-14 e o futsal. Esta última conquistou a Taça Brasil Sub-20, em 2018, título inédito para Brasília.

 

*Com informações da Secretaria de Esporte

 

 

 

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