últimas notícias.

O virtual está cada vez mais presente na nossa vida

OMS: mortes ligadas à covid-19 dispararam na Europa desde março

PGR se manifesta contra pedido para apreender celular de Bolsonaro

Ministro da Justiça pede ao STF suspensão de oitiva de Weintraub

PF investiga desvio de verbas na Prefeitura de Uberaba

Governo de Goiânia deve liberar treinos de futebol em junho

1/5
Please reload

Governo "mudou eixo da economia", diz Paulo Guedes

Orçamento destinado à assistência social superou verbas de ministérios

 

Por Redação, Agência Brasil

Política | 05 de Abril de 2020, 08h00

Foto: Marcello Casal/Agência Brasil 

 

O ministro da Economia, Paulo Guedes, participou ontem (04) à tarde de uma teleconferência pelo YouTube com empresários do setor varejista de diferentes partes do país, ligados à Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas.

 

Na abertura, o ministro assinalou o esforço que o governo está fazendo esforço para ajudar a população durante a fase de distanciamento social - medida que visa evitar maior contágio do novo coronavírus -, em especial junto a aposentados, beneficiários do programa Bolsa Família e trabalhadores informais.

 

O ministro da Economia lembrou que já foram anunciadas medidas para garantir a manutenção de emprego e também para dar crédito às empresas.

 

Segundo Guedes, o pacote de medidas anunciadas na última semana é maior do que o orçamento de gastos que estava previsto para todos os ministérios em 2020. A decisão assinala uma mudança na política econômica que, antes da crise provocada pelo novo coronavírus, era centrada no controle fiscal, na redução de despesas e na diminuição do déficit público.

 

“Trocamos o eixo de atuação de reformas estruturantes para o eixo de medidas emergenciais, que confirmam nosso pacto federativo”, disse o ministro.

 

Conforme Guedes, o país neste momento fura a onda da pandemia com medidas de proteção e isolamento social, e no momento seguinte terá de furar uma segunda onda, de natureza econômica, por causa da paralisação das atividades em diversos segmentos, e em especial no comércio. “Vamos atravessar essas ondas juntos”, disse.

 

Mantendo um tom positivo, Paulo Guedes garantiu crédito e reforçou a necessidade de manter o fluxo de pagamentos das despesas constantes das empresas, como em serviços de abastecimento (água, luz, telefonia) e junto a fornecedores. “Não vamos interromper os fluxos de pagamentos”, pediu.

 

Em sua visão, a interrupção atrapalharia a produção econômica. “Temos que manter respirando e oxigenada a economia brasileira. Podemos renegociar tudo, mas não podemos desorganizar a rede de pagamento.”

 

Paulo Guedes pediu união e apoio dos empresários. “Se do ponto de vista da saúde precisamos do isolamento, o que é contra a nossa natureza afetiva (...), do ponto de vista de rede de produção, essa capilaridade não pode ser perdida”. Segundo ele, “um pode salvar o outro. Não podemos soltar as mãos uns dos outros”, concluiu.

 

O Ministério da Economia se reuniu nos últimos dias com cerca de 190 associações e recebeu mais de uma centena de pedidos e sugestões para contornar a crise econômica.

Please reload

comente.
recomendados para você.

O virtual está cada vez mais presente na nossa vida

OMS: mortes ligadas à covid-19 dispararam na Europa desde março

PGR se manifesta contra pedido para apreender celular de Bolsonaro

Ministro da Justiça pede ao STF suspensão de oitiva de Weintraub

PF investiga desvio de verbas na Prefeitura de Uberaba

Governo de Goiânia deve liberar treinos de futebol em junho

1/1
Please reload

TERMOS DE US0

CONHEÇA

EXPEDIENTE 

ANUNCIE

APOIE

FALE COM O BMB 

OPINIÃO 

BMB TV