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Câncer Colorretal: 40 mil brasileiros podem ser diagnosticados em 2020

Se descoberta tardiamente, doença pode ser fatal

 

Da Redação, Bem Mais Brasília 
Saúde | 18 de Março de 2020, 19h00

Se descoberta tardiamente, o câncer colorretal pode ser fatal, e quase metade dos pacientes com a doença morre em 5 anos após tratamento - Foto: Reprodução/Internet

 

Mais de 40 mil brasileiros (40.990) deverão apresentar câncer colorretal em 2020, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Desse número, 20.520 novos casos serão de homens, e 20.470 de mulheres. A doença deverá levar à morte quase 20 mil pessoas no país (18.867), de acordo com o Inca.

 

“Esse tipo de câncer é bastante letal. No últimos anos, por exemplo, foi apontado como a segunda causa de morte entre as mulheres, ficando atrás só do câncer de mama, e a terceira causa de óbitos entre homens, atrás dos cânceres de próstata e pulmão”, alerta o coloproctologista Edvaldo Lima, médico do Hospital Santa Marta, em Taguatinga Sul, e membro titular da Sociedade Brasileira de Coloproctologia. 

 

No HSM, colaboradores participam da campanha Março Azul Marinho, que chama a atenção para a prevenção e diagnóstico precoce da doença.

 

“A boa notícia é que, assim como outros tipos de cânceres, o colorretal pode ser evitado. Mas, se descoberto tardiamente, pode ser fatal, e quase metade dos pacientes com a doença morre em 5 anos após tratamento. Quando a doença é diagnosticada em estágio inicial, a sobrevida é considerada boa e ultrapassa 70%”, afirma Edvaldo Lima.

 

O câncer no intestino grosso, na maioria dos casos, começa como uma lesão benigna, chamada pólipo, que vai evoluindo até se tornar um tumor maligno. De acordo com o Inca, os principais fatores de risco são idade igual ou acima de 50 anos, excesso de peso e alimentação pobre em frutas e vegetais, por exemplo. O consumo de carnes processadas (salsicha, mortadela, linguiça, presunto, bacon, salame) e a ingestão

excessiva de carne vermelha (acima de 500 gramas de carne cozida por semana) aumentam as chances de desenvolver esse tipo de câncer. Outros fatores são o tabagismo, bebidas alcoólicas e histórico familiar de câncer.

 

“Muitos mitos e, principalmente, preconceito e desinformação, dificultam a assistência nessa demanda. A colonoscopia é, sem dúvida, o melhor exame para o diagnóstico da doença. Por meio desse procedimento são detectadas e extirpadas precocemente as lesões que podem se transformar em câncer, garante o especialista do Hospital Santa Marta. 

 

Edvaldo Lima afirma que a adoção de hábitos saudáveis - como a prática de atividade física regular, manutenção do peso, e um cardápio balanceado - é fundamental para a prevenção do câncer colorretal.

 

“Para o bom funcionamento do intestino, aposte em alimentos ricos em fibras, in natura e minimamente processados, como frutas, verduras, legumes, cereais integrais, feijões e outras leguminosas, grãos e sementes. Além disso, acompanhe e mantenha seu Índice de Massa Corporal dentro dos padrões estabelecidos pelos órgãos de saúde. Também fique longe do cigarro e semelhantes, ou de pessoas que fumam”, conclui o coloproctologista. 

 

Sintomas do câncer de intestino:

 

1 - Sangramento ao defecar ou sangue nas fezes.

2 - Mudanças no ritmo de funcionamento intestinal (diarreia e constipação alternados).

3 - Vontade frequente de ir ao banheiro, sensação de gases ou distensão.

4 - Dor ou desconforto abdominal ou anal.

5 - Fraqueza, anemia e perda de peso sem causa aparente.

 

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