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Cuidados contra a dengue devem ser redobrados no verão

Maior circulação do vírus tipo 2 da dengue contribui para o aumento de casos no Distrito Federal e ocorrência de quadros clínicos mais graves
 

Da Redação, Bem Mais Brasília 
Cidades | 16 de Jan de 2020, 11h19

Mosquito Aedes aegypti - Foto: Divulgação 

 

Época de férias, muito calor e pancadas de chuva em diversos pontos da cidade. Este é um cenário que o brasiliense tem enfrentado nos últimos dias, momento de ligar o sinal de alerta não só para os cuidados com a pele ou com as maneiras de se proteger da chuva, mas também para os males causados pelo mosquito Aedes aegypti. Neste período há um aumento das arboviroses, doenças transmitidas pelo inseto, capaz de infectar as pessoas com os vírus da dengue, zika e/ou chikungunya.
 

Dados da Secretaria Estadual de Saúde do DF apontam que, em janeiro, os casos prováveis de dengue quase triplicaram no Distrito Federal, no ano passado, se comparado com o mesmo período de 2018. Foram 878 registros em 2019, contra 301 no ano anterior. O último boletim epidemiológico divulgado pelo Governo do Distrito Federal mostra que de janeiro a novembro, foram notificados 43.270 casos de dengue e 36 de chikungunya, contra 1.664 e 9 casos registrados no mesmo período do ano anterior, respectivamente. Os registros de zika também aumentaram em 2019 - 62 casos contra 9 (14,51% a mais que em 2018).
 

Segundo David Urbaez, infectologista do Laboratório Exame, que integra a Dasa, autoridades de saúde alertam para um surto de dengue tipo 2. Este subtipo da doença estava fora de circulação há mais de 10 anos e, por isso, deve fazer novas vítimas.
 

De acordo com o Ministério da Saúde, no fim de 2018 houve alteração de sorotipo da dengue no Brasil. Quando isso acontece, o número de pessoas suscetíveis a contrair o vírus aumenta. Para os especialistas, é importante conscientizar a população de que existem quatro tipos de vírus da dengue e, portanto, é possível ter a doença mais de uma vez. Pesquisas do órgão mostram que 98% dos brasileiros sabem o que é a dengue e conhecem as medidas de prevenção, o grande desafio é transformar essas informações em ação.
 

Medidas de prevenção:

  • Tampe os tonéis e caixas d’água;

  • Mantenha as calhas sempre limpas;

  • Deixe garrafas sempre viradas com a boca para baixo;

  • Mantenha lixeiras bem tampadas;

  • Deixe ralos limpos e com aplicação de tela;

  • Limpe semanalmente ou preencha pratos de vasos de plantas com areia;

  • Limpe com escova ou bucha os potes de água para animais;

  • Retire água acumulada na área de serviço, atrás da máquina de lavar roupa;

  • Cubra e faça a manutenção periódica de áreas de piscinas e de hidromassagem;

  • Atenção com bromélia, babosa e outras plantas que podem acumular água;

  • Lonas usadas para cobrir objetos devem estar bem esticadas, para evitar formação de poças d’água.

 

Ainda sobre as medidas de prevenção, David Urbaez indica, indica que existem várias opções de repelente, com diferentes compostos ativos comercializados no Brasil e aprovados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). "No entanto, é importante que gestantes e crianças procurem orientação médica antes de fazerem uso dessa substância", complementa.
 

Principais sintomas:
 

Chikungunya: febre alta de início rápido, dores intensas e inchaço nas articulações dos pés e mãos; manchas vermelhas na pele e coceira intensa podem ocorrer.

Dengue: febre alta, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, perda de apetite, manchas e erupções na pele (principalmente na região do tórax e membros superiores), náuseas e vômitos, tontura, moleza e cansaço extremo.

Zika: febre baixa, dor nas articulações, dor muscular, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, conjuntivite e erupções cutâneas avermelhadas que podem coçar.
 

Tratamentos:
 

Segundo David Urbaez, não existe medicação específica para o combate aos vírus que causam zika, dengue e chikungunya. Por isso, a recomendação de tratamento depende dos sintomas apresentados. No caso da dengue, o médico responsável poderá pedir o monitoramento do hemograma do paciente. "Medicamentos analgésicos e anti-inflamatórios só podem ser tomados após recomendação médica", finaliza o médico.
 

 

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