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Brasileiros investem na internacionalização de carreiras

Governo americano oferece vistos especiais para talentos profissionais vindos de outros países. Ganho em dólar e possibilidade de trabalhar legalmente tem atraído um número cada vez maior de profissionais brasileiros à terra do tio Sam, avalia pesquisador brasileiro que lançou livro sobre o assunto em 2019

 

Da Redação, Bem Mais Brasília 
Mundo | 16 de Jan de 2020, 09h37

Foto: Reprodução 

 

Aumentou o número de profissionais brasileiros de nível técnico que estão entrando legalmente no mercado de trabalho americano. Eletricistas, cabeleireiros, maquiadores, tatuadores e até Dj’s fazem parte de uma lista de profissionais que, com carreira consolidada no Brasil, estão internacionalizando sua mão de obra ao país norte-americano.

O pesquisador, empresário, escritor e jornalista, Rodrigo Lins, que lançou em 2019 um livro com parâmetros para internacionalizar legalmente a carreira profissional aos Estados Unidos, afirma que o aumento da internacionalização de profissionais de nível técnico do Brasil aos EUA se deve à menor falta de informação e ao mercado americano promissor.

“Vemos uma mudança no perfil e na mentalidade dos brasileiros que buscam imigrar para outros países. Com auxílio da internet e de escritórios especializados em leis imigratórias, estes profissionais estão enxergando que para viver, em especial, o sonho americano, eles precisam planejar e contar com mão de obra especializada. Acabou o tempo dos aventureiros”, explica Rodrigo Lins.

Para o pesquisador, o endurecimento das normas imigratórias na gestão do Presidente Donald Trump somente estimulou profissionais brasileiros a buscarem as opções corretas e legais. Há, segundo Lins, um maior temor de infringir as leis imigratórias americanas atualmente e uma procura maior por suporte qualificado na hora de imigrar.

“Em meu livro destaco inúmeros vistos imigrantes e não imigrantes oferecidos pelo Governo americano para quem pretende trabalhar legalmente no país. Hoje já temos informação suficiente para escolher o caminho correto ao invés do fácil -- entrada pela fronteira ou permanência além do prazo aqui nos EUA. Em todas as regiões do Brasil, onde lancei o livro, pude conversar com profissionais que estão ávidos por ganho em dólar e melhor qualidade de vida”, pondera Rodrigo Lins.


Mão de Obra ‘Made in Brazil’

Uma pesquisa do Bureau of Labor Statistics (Departamento de Trabalho nos EUA), revelou que o percentual de estrangeiros que integram o mercado de trabalho americano e que possuem um diploma de bacharel ou formação superior é de 36,9%. Os que detêm diploma de ensino médio são 25,1%, percentual muito próximo ao de americanos nativos com diploma de ensino médio, de 25,6%.

Os brasileiros fazem parte deste número. Um levantamento desenvolvido pela Apex-Brasil, mostra que, em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. O Brasil foi o segundo país, entre os analisados, que mais gerou empregos, atrás apenas do México. De 2009 a 2015, as empresas brasileiras nos Estados Unidos venderam significativamente mais internamente e geraram mais valor agregado nos Estados Unidos em comparação com outras economias, como Índia, China, Rússia e México. Os brasileiros fazem parte deste número.

Um levantamento desenvolvido pela Apex-Brasil, mostra que, em 2015, as empresas brasileiras detinham US$ 102,2 bilhões em ativos nos Estados Unidos e empregavam 74.200 pessoas. O Brasil foi o segundo país, entre os analisados, que mais gerou empregos, atrás apenas do México. De 2009 a 2015, as empresas brasileiras nos Estados Unidos venderam significativamente mais internamente e geraram mais valor agregado nos Estados Unidos em comparação com outras economias, como Índia, China, Rússia e México.

Outro estudo divulgado em 2019 mostrou que os imigrantes desempenham um papel indispensável na economia americana. O New American Economy apontou que Imigrantes e filhos de imigrantes fundaram 45% das 500 maiores empresas dos EUA. As organizações fundadas por essa parcela da população empregaram 13,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos, 11% a mais do que companhias fundadas por norte-americanos.Outro estudo divulgado em 2019 mostrou que os imigrantes desempenham um papel indispensável na economia americana. O New American Economy apontou que Imigrantes e filhos de imigrantes fundaram 45% das 500 maiores empresas dos EUA. As organizações fundadas por essa parcela da população empregaram 13,5 milhões de pessoas nos Estados Unidos, 11% a mais do que companhias fundadas por norte-americanos.

“Outro estudo, do mesmo Bureau, mostra que trabalhadores nascidos em outros países têm uma média salarial mensal de US$ 3032 nos EUA. Na cotação atual, isso significa pouco mais de R$ 12,5 mil por mês. Outro fator importante que está sendo considerado pelos profissionais brasileiros que internacionalizam suas carreiras aos Estados Unidos é o menor percentual de desemprego dos últimos 50 anos no país”, explica Rodrigo Lins. “Outro estudo, do mesmo Bureau, mostra que trabalhadores nascidos em outros países têm uma média salarial mensal de US$ 3032 nos EUA. Na cotação atual, isso significa pouco mais de R$ 12,5 mil por mês. Outro fator importante que está sendo considerado pelos profissionais brasileiros que internacionalizam suas carreiras aos Estados Unidos é o menor percentual de desemprego dos últimos 50 anos no país”, explica Rodrigo Lins.

Atualmente, o índice de desemprego nos EUA está em 3,5%. Em 2017, o indicador de pessoas sem emprego era, em geral, de 4,4%, enquanto o de imigrantes desempregados era de 4,1%. Dentre esses trabalhadores, estão milhares de brasileiros que fazem parte das 28,2 milhões de pessoas nascidas no exterior integrantes da atual força de trabalho dos EUA. Em percentual, isso representa 17,4% do total, segundo dados do Bureau. Atualmente, o índice de desemprego nos EUA está em 3,5%. Em 2017, o indicador de pessoas sem emprego era, em geral, de 4,4%, enquanto o de imigrantes desempregados era de 4,1%. Dentre esses trabalhadores, estão milhares de brasileiros que fazem parte das 28,2 milhões de pessoas nascidas no exterior integrantes da atual força de trabalho dos EUA. Em percentual, isso representa 17,4% do total, segundo dados do Bureau.


Resultados da Internacionalização de Carreiras

Este momento favorável para profissionais estrangeiros nos EUA colocou os brasileiros que imigram ao país na dianteira em relação a imigrantes de outros países da América Latina. A comunidade ‘made in Brazil’ que reside no país norte-americano já está mais integrada que a maioria dos outros imigrantes, é mais qualificada e ganha melhor, muitas vezes, que os próprios americanos nativos. É o que revelou um estudo feito por pesquisadores brasileiros e divulgado em 2017.

 

Os dados compõem o livro “Brasileiros nos Estados Unidos: Meio Século Refazendo a América (1960- 2010)” lançado em 2017 por Álvaro de Castro e Lima e Alanni Barbosa de Castro. No estudo, os pesquisadores reuniram informações do censo norte-americano (American Community Survey) de 2014, os mais atuais disponíveis, na publicação, e do Itamaraty. De acordo com o levantamento, os brasileiros nos Estados Unidos têm maior nível educacional que a média de todos os imigrantes, sendo que 46% têm ensino médio completo e superior incompleto e 30% são graduados no ensino superior, contra 35% e 23% dos demais.

 

No quesito renda, os brasileiros também se destacaram. Nas regiões com maior concentração de nascidos no Brasil, a renda domiciliar média varia de US$ 75.632 na Califórnia a US$42.534 em Massachusetts. Nova York-Nova Jersey e a Flórida registram níveis de renda de US$ 56.472 e US$ 48.707, respectivamente. Enquanto os trabalhadores brasileiros recebem anualmente US$ 45.379 e os trabalhadores imigrantes de outras nacionalidades têm salários de US$ 37.312, os nativos recebem cerca de US$ 50.421 anuais.

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