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O que eu faço da vida quando?

Por Hulda Rode, do Bem Mais Brasília
Coluna Crônicas da Huldinha | 21 de Nov de 2019, 15h23

Essa foto é desses dias que faço da vida quando não estou fazendo nada? Sigo e aprecio os ipês de Brasília e foi registrada em 2/10/2019, na Asa Norte- Foto: Arquivo Pessoal 

 

É interessante que as pessoas sempre me perguntam o que eu faço da vida quando?

 

O que eu faço da vida quando não estou trabalhando?

 

O que eu faço da vida quando não estou dormindo?

 

O que eu faço da vida quando não estou lendo?

 

O que eu faço da vida quando não estou escrevendo?

 

Estou por aí ‘gerundiando’...

 

Fazendo, atendendo, produzindo, sonhando, planejando, executando, mensurando, servindo, pautando, escrevendo, vivendo e indo.

 

E descansando? Apenas de vez em quando ou de vez em nunca, se é podemos aplicar essa resposta nesse contexto.

 

O que eu faço da vida quando?

 

Faço acontecer! Faço cada segundo da minha existência valer a pena! Valer o investimento de acordar todas as manhãs. Aproveito a minha passagem no Planeta Terra para desfrutar, aprender, servir e agradecer.

 

Mas o que eu mais faço da vida quando? É sentir a simplicidade que a vida nos brinda. Nos pequenos detalhes de um nada, de um pouco, de um oculto e de um disponível.

 

E você me pergunta: o que você está dizendo, Huldinha? Só percebe esses detalhes quem se propõe a se desligar do piloto automático, ouvir o som, sentir o cheiro e enxergar o verde. É como diz meu poeta Olavo Bilac “só quem ama tem ouvidos capaz de ouvir e de entender estrelas”.

 

Portanto, ao responder o que eu faço da vida quando? Eu apenas penso que eu sou gente.

 

Minha vida vai além de contas a pagar, contas a receber, de um DRT ou de ser apenas jornalista. As nossas atividades são importantes, mas não são suficientes.

 

Eu ainda sou gente. Gente que sonha, respira, oxigena, sorri, zanga e chora.

 

Ainda sou gente que entende as fragilidades da vida e permite não escrever quando as mãos e as mentes não caminham no mesmo compasso.

 

Ainda sou gente que entende o momento certo de pisar o pé no freio e um outro no acelerador.

 

Por um trimestre, permiti pisar o pé no freio e escrever somente o necessário, falar somente o necessário e ouvir somente o necessário. E agora?

 

Eu vou acelerar somente o necessário.

 

Eu vou viver somente o necessário.

 

E o que inclui o contexto do necessário?

 

As 24 horas que temos disponíveis todos os dias. É tudo! A vida exige pausas, mas também exige intensidade. Bora? Põe o cinto de segurança e vem comigo!

 

 

Hulda Rode é escritora na Editora HR e escreve quinzenalmente para o Bem Mais Brasília. As crônicas de Huldinha falam sobre vida e sobre gente de Brasília, e sobre esse cotidiano que nos cerca.

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