TERMOS DE US0

CONHEÇA

EXPEDIENTE 

ANUNCIE

APOIE

FALE COM O BMB 

OPINIÃO 

BMB TV

PARCEIROS:

Todos os direitos reservados.

últimas notícias.

De Virada: Brasil vence México com gol nos acréscimos do 2º tempo

Polícia confirma suspeita de envenenamento em 4 mortes em Barueri

Vai-Vai abre Virada da Consciência em São Paulo

20 "coletes amarelos" são presos em Paris

Papa Francisco almoça com moradores de rua

Veneza está em alerta máximo com previsão de subida do nível das águas

1/5
Please reload

PMs são condenados por chacina que matou cinco jovens em carro no Rio

Crime ficou conhecido como chacina de Costa Barros, bairro carioca

 

Por Vinícius Lisboa, da Agência Brasil 
Brasil | 09 de Nov de 2019, 12h37

Foto: Reprodução 

 

Os policiais militares Antônio Carlos Gonçalves Filho e Marcio Darcy Alves dos Santos foram condenados hoje (9) a 52 anos e seis meses de reclusão por cinco homicídios duplamente qualificados, no caso que ficou conhecido como chacina de Costa Barros

 

Em 28 de novembro de 2015, cinco jovens negros foram mortos em um carro que foi atingido por 63 tiros no bairro de Costa Barros, na zona norte do Rio de Janeiro

 

A chacina de Costa Barros matou os jovens Wesley Castro Rodrigues, 25 anos, Roberto de Souza Penha, 16 anos, Wilton Esteves Domingos Júnior, 20 anos, e Cleiton Corrêa de Souza, 18 anos, e Carlos Eduardo Silva de Souza, de 16 anos.

 

Os cinco amigos eram moradores da zona norte do Rio de Janeiro e estavam reunidos para comemorar o emprego novo de Roberto, que havia recebido seu primeiro salário como ajudante em um supermercado.   

 

Segundo o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, o julgamento no II Tribunal do Júri durou mais de 20 horas e terminou às 2h da manhã de hoje. O policial militar (PM) Fabio Pizza Oliveira da Silva foi inocentado da mesma acusação. Segundo sua defesa, ele estava abrigado na hora dos disparos e não participou do crime. A decisão será objeto de recurso do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

 

Outro PM, Thiago Resende Viana Barbosa, não chegou a ser julgado porque estava sem advogado. Seu julgamento será remarcado para que a Defensoria Pública assuma sua defesa.

 

O PM Antônio Carlos Gonçalves Filho também foi condenado por fraude processual, e teve sua pena aumentada em oito meses e cinco dias. Na época do crime, os policiais disseram que foram atacados e trocaram tiros, versão que foi derrubada pela perícia, que identificou que os policiais efetuaram 111 disparos.

 

Please reload

comente.
recomendados para você.

De Virada: Brasil vence México com gol nos acréscimos do 2º tempo

Polícia confirma suspeita de envenenamento em 4 mortes em Barueri

Vai-Vai abre Virada da Consciência em São Paulo

20 "coletes amarelos" são presos em Paris

Papa Francisco almoça com moradores de rua

Veneza está em alerta máximo com previsão de subida do nível das águas

1/1
Please reload