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Você sabe o que é o zumbido no ouvido?

Problema atinge milhares de pessoas no mundo todo e pode indicar que algo está errado com a audição

 

Da Redação, Bem Mais Brasília 
Saúde | 03 de Agosto de 2019 - 11:38h

 Foto: Reprodução

 

Acúfeno, tinido.., tinnitus ou zumbido no ouvido, como é mais conhecido, pode ser considerado o terceiro sintoma mais incômodo para o ser humano, de acordo com uma pesquisa feita pela APHA, associação americana de saúde pública com sede em Washington DC. Segundo o estudo, milhares[ir1]  de pessoas em todo o mundo sofrem com o problema. No Brasil, aproximadamente 28 milhões de pessoas sofrem com algum grau de zumbido no ouvido, sendo ele relacionado a perda auditiva ou não. A estimativa é da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

O zumbido no ouvido não é uma doença específica, mas sim um sintoma. Muitas vezes, é um primeiro sinal de que algo está errado com a audição. O som incômodo é notado mesmo com a ausência de ruídos externos e pode atingir um ou os dois ouvidos. Os casos unilaterais, em geral, são decorrentes de fatores externos, como exposição frequente a sons altos. Já o bilateral costuma ocorrer devido a doenças, alterações hormonais, perda de audição, maus hábitos alimentares, tabagismo ou ingestão frequente de bebidas alcoólicas.

 

Dentre as causas relacionadas com o sistema auditivo estão perda auditiva com relação a idade ou a outros fatores, bloqueio da audição por excesso de cera de ouvido, ossículos (pequenos ossos do ouvido) alterados, labirintite, doença de Meniere ou Neurinoma do acústico (tumor raro que acomete o nervo auditivo).

 

Além das causas externas e originadas no sistema auditivo, alguns problemas de saúde, como acúmulo do colesterol, alterações odontológicas, hormonais ou no metabolismo, além de complicações cardiovasculares, distúrbios psiquiátricos, hipertensão e malformação de alguns vasos da cabeça e/ou pescoço também podem ocasionar o zumbido.

 

Por acontecer constantemente, é um problema que pode afetar, entre outros, o sono, a concentração e até mesmo do equilíbrio emocional. É válido ressaltar que nestes casos, além de procurar um médico responsável pela saúde auditiva, é fundamental buscar outros especialistas para tratar o problema.

 

Muitas vezes, o zumbido é ignorado pelo portador, o que pode agravar a situação e dificultar o tratamento. A automedicação também não é recomendada. “Evite qualquer tratamento caseiro. Só o médico pode informar o que deve ser feito na sua situação”, orienta Ariane Gonçalves, fonoaudióloga da AudioFisa.

 

Por isso, ao notar os incômodos, é indispensável buscar acompanhamento médico. Na consulta, é importante relatar todos os sintomas, a fim de buscar o melhor tratamento, que pode variar de caso para caso. “Depende do tipo e do que causou o zumbido. Em casos como o excesso de cera, por exemplo, uma limpeza pode resolver a situação. Já em outras situações é necessário corrigir a perda de audição para resolver o sintoma”, explica Ariane.

 

Em geral, pacientes que possuem o zumbido relatam diversos tipos de dificuldades como ficar em silêncio e até transtornos psicológicos. “Algumas pessoas que se isolam e que deixam de frequentar lugares cheios, devido ao incômodo gerado pelo zumbido, aumentam o risco do desenvolvimento da depressão”, conta a fonoaudióloga. A insônia e a irritabilidade constante também podem surgir devido ao problema. Para esses casos, os recursos terapêuticos podem proporcionar alívio e conforto.

 

Desenvolvida nos anos 90, a Tinnitus Retraining Therapy, mais conhecida como TRT é uma terapia de adaptação que auxilia o paciente a conviver com o problema a ponto de não notá-lo. Essa técnica desvia a atenção do cérebro do ruído constante, auxiliando no aumento da qualidade de vida. “Nunca deixe de buscar o médico ao notar alguma mudança na audição. Cuidar da saúde auditiva é tão importante quanto cuidar do corpo como um todo”, afirma Ariane Gonçalves.

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