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Morte da blogueira Aline Araújo abre debate sobre depressão

Especialistas alertam para julgamentos em tempos de superexposição na rede. Para quem já lida com doenças da mente, os efeitos podem ser devastadores e chegar a situações como a de Aline

 

Da Redação, Bem Mais Brasília 
Brasil | 19 de Julho de 2019 - 13:16h

 Foto: Reprodução/Instagram 

 

A última semana foi marcadas pela morte da digital influencer Aline Araújo, do ig @sejjesincera. Ela teria cometido suicídio após se casar com ela mesma. Isto aconteceu porque dias antes do casamento ela foi deixada pelo noivo. A jovem tinha a conta no instagram justamente para compartilhar com os seguidores sobre depressão e ansiedade, mal que atinge milhões de brasileiros. Em uma de suas crises, chegou a picotar todo o cabelo. 

 

Para a psicóloga Lia Clerot a discussão é muito importante, inclusive, para que pessoas não deixem de procurar ajuda. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que o problema deve ser tratado inclusive como uma epidemia. Só no Brasil, são cerca de 12 milhões de pessoas com depressão. Isolamento, crises de ansiedade e desânimo crônico são comuns na rotina de quem convive com a doença, segundo a psicóloga. 

 

Mas a reação, de acordo com a especialista, é algo bem particular e em muitas pessoas o diagnóstico é difícil. Além disso, ela ainda alerta sobre a ansiedade, que é a porta de entrada para transtornos mentais mais sérios, como síndrome do pânico e a própria depressão e é justamente por isso que ela deve ser identificada e tratada o quanto antes.

 

Caso não controlada, a ansiedade pode causar várias enfermidades. Para a Lia, algumas pequenas mudanças de atitude podem ajudar a controlar esse mal:

 

  1. Tire um tempo para você mesmo. É muito importante reservar um espaço na agenda corrida do dia-a-dia para fazer algo que dê prazer, como praticar algum esporte, fazer atividades culturais ou até mesmo uma massagem.

  2. Procure não dar tanta importância aos problemas. Tente resolver as coisas de forma mais serena, as vezes o nervosismo e a irritação deixam o problema muito maior do que ele é de verdade.

  3. Organize-se e não deixe nada pendente. Às vezes assumir mais responsabilidades e tarefas do que consegue fazer, pode desencadear um processo de estresse que certamente levará a uma crise ansiosa.

  4. Seja otimista. Ver sempre o lado bom das coisas sempre ajuda o indivíduo a viver melhor e mais feliz.

  5. Seja menos perfeccionista. O excesso de preocupação com as coisas tendem a prejudicar as relações pessoais e profissionais. Aceitar que nem tudo sai como planejamos é uma boa forma de se lidar com as adversidades da vida.

 

Lia Clerot ainda alerta auxílio de um profissional capacitado “Quando a ansiedade é uma patologia crônica, a pessoa deve ter acompanhamento e tratamento adequado, muitas vezes com medicação e terapias; é preciso estar atento aos sintomas para não deixar que esse mal evolua para algo mais sério e nesses casos ajuda médica e psicológica é fundamental”, destaca a especialista. 

 

Apoio 

 

Em média cerca de mil pessoas procuram o Centro de Valorização da Vida (CVV). O Centro atende aproximadamente 33 casos por dia. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, por dia, são 32 casos de suicídio no Brasil. 

 

O serviço é gratuito e funciona 24 horas com mais de 50 voluntários, basta ligar 188. A depressão precisa ser tratada para que chegue a situações extremas, como o caso da influencer. 

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