últimas notícias.

CNJ propõe regionalização e rodízio para juiz de garantias

Aneel dispõe de R$ 16,1 bi para ajudar distribuidoras na pandemia

Governo publica edital para pavimentação da BR-319, no Amazonas

Conselho autoriza suspensão de pagamentos da área de mobilidade urbana

Confiança do consumidor cresce 9 pontos em junho, diz FGV

STF: inquérito contra Weintraub sobre racismo vai para 1ª instância

1/5
Please reload

Racionamento de água chega ao fim, mas deixa bons exemplos

O brasiliense sofreu com a falta d’água nos últimos meses, mas muitos encontraram na crise uma oportunidade para oferecer uma solução útil para a comunidade e ainda prosperar

 

Da Redação, Bem Mais Brasília

Distrito Federal | 15 de Junho de 2018, 09:00h

[Foto: Lavô]

 

Chega ao fim o racionamento de água no DF. Nesta sexta-feira (15/06), será decretado o fim da medida adotada pelo governo para suprir a falta de água. Foram 1 ano e 4 meses de racionamento decretado pelo governo local, revezando cortes pela cidade, para contingenciar a escassez deste recurso tão precioso. Para se ter uma ideia, no último mês de novembro o reservatório do Descoberto, principal meio de abastecimento do DF, chegou a registrar um volume de 5,3%, o menor da história. Neste tempo, foi preciso mudar hábitos e se conscientizar sobre a economia.

 

Neste período surgiram soluções para driblar a crise de maneira inteligente e sustentável. O empresário Ricardo Pereira viu então uma oportunidade de oferecer uma solução para problema e criou a startup Lavô, um aplicativo de lavagens a seco de forma delivery. No processo não é gasto uma gota sequer de água, ao invés disso uma cera ecológica de carnaúba consegue desfragmentar e remover toda a sujeira.

 

“Quando nos deparamos com um problema ao invés de só lamentar, precisamos refletir como podemos resolver. Fiz uma pesquisa de modelos de lavagem nos Estados Unidos e no Brasil e conseguimos oferecer uma solução que, além de otimizar o tempo do cliente, atende a uma questão social e econômica”, explica Ricardo.

 

Para se ter uma ideia, uma lavagem de carro gasta, em média, 300 litros de água. Isto é o que 3 pessoas gastariam para consumo e higiene pessoal em um dia, de acordo com a Organização Mundial da Saúde. A Lavô colocou na calculadora e os números são espantosos: a água economizada pela empresa por mês seria o suficiente para abastecer 1.600 famílias.

 

O impacto das lavagens de veículos é tão grande que em março deste ano foi sancionada uma lei que proíbe o uso de água nestes processos. A partir do ano que vem, todas as empresas terão de encontrar soluções ecológicas como a da Lavô. Isto porque a frota do DF cresce a cada dia e, até o ano passado, era um pouco mais de 1,7 milhões de veículos registrados na capital federal.

 

“Se temos como economizar a água em questões supérfluas, por que não fazê-la? Se não tomarmos atitudes como esta, faltará água para as necessidades básicas e não estamos falando de um futuro distante, mas de um presente emergencial”, destaca Ricardo.

 

 

Please reload

comente.
recomendados para você.

CNJ propõe regionalização e rodízio para juiz de garantias

Aneel dispõe de R$ 16,1 bi para ajudar distribuidoras na pandemia

Governo publica edital para pavimentação da BR-319, no Amazonas

Conselho autoriza suspensão de pagamentos da área de mobilidade urbana

Confiança do consumidor cresce 9 pontos em junho, diz FGV

STF: inquérito contra Weintraub sobre racismo vai para 1ª instância

1/1
Please reload

TERMOS DE US0

CONHEÇA

EXPEDIENTE 

ANUNCIE

APOIE

FALE COM O BMB 

OPINIÃO 

BMB TV