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PF desarticula esquema de exploração ilegal de madeira da Amazônia

O produto era destinado a grandes comerciantes madeireiros do Brasil, Europa e Estados Unidos. As autoridades consideram a apreensão de madeira beneficiada como uma das maiores já realizadas em portos em todo mundo

 

Por João Carlos Rodrigues, do AGROemDIA | 19 de janeiro de 2018

 Foto: Divulgação/PF 

 

A Polícia Federal desarticulou nesta quinta-feira (18), nos portos de Manaus, um esquema clandestino de transporte de madeira extraída ilegalmente da Floresta Amazônica. 
 

Por meio da Operação Arquimedes, a PF reteve, até agora, 444 containers, dos quais 20% já foram periciados. O material apreendido até o momento, se colocado de forma linear, cobriria um percurso de 1.500 quilômetros, o que equivaleria a distância entre Brasília e Belém.

 

Os dois portos, onde se desenvolve a operação, são responsáveis pelo escoamento da quase totalidade da produção de madeira extraída na Amazônia Legal.

 

As madeiras retidas por ilegalidade documental eram originárias de exploração nos estados de Roraima, Rondônia e Amazonas e em torno de 50% delas teria como destino a Europa e os EUA.

 

A operação, realizada pela PF em conjunto com o Ibama e apoio do Ministério Público Federal, foi deflagrada há quase 30 dias, a partir de um  alerta da Receita Federal.

 

Os policiais federais e fiscais do Ibama identificaram fraudes nos Documentos de Origem Florestal (DOFs), que deveriam atestar a legalidade da extração e da origem da madeira.

 

Entre as irregularidades, foram encontrados DOFs cancelados ou falsificados, além de diferenças substanciais entre o atestado nos documentos e o conteúdo dos containers, entre elas volumetria e descrição das espécies exploradas.

 

As investigações visam agora identificar as pessoas físicas e jurídicas envolvidas na extração ilegal, no transporte e na comercialização da madeira, informa a Agência de Notícias da PF.

 

Os envolvidos serão indiciados por crimes contra a flora, previstos na Lei de Crimes Ambientais, e receptação, previsto no Código Penal. Também pode haver responsabilização penal da pessoa jurídica, conforme disposto na legislação ambiental.

 

O nome da operação tem origem na cultura grega que relata a técnica utilizada por um filósofo para encontrar volumes de materiais a partir da imersão em um recipiente com água. Técnica que inspirou os peritos da PF para realizar a medição do volume do material apreendido.

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