Rebecca Andrade é a primeira brasileira a conquistar uma medalha olímpica na ginástica feminina

Ginasta brasileira Rebecca Andrade Ela acaba de se tornar a primeira mulher de seu país a ganhar uma medalha na ginástica artística feminina na história olímpica. A jovem de 22 anos competiu na competição individual geral em 29 de julho no Ariake Gymnastics Center, em Tóquio, e conquistou a medalha de prata ao derrotar a ginasta russa Angelina Melnikova, que conquistou o bronze com a americana Sunisa Lee levando o ouro no evento. Foi também um momento histórico para Sunizza, que se tornou o primeiro asiático-americano a ganhar uma medalha de ouro na competição olímpica geral.

“Estou muito feliz”, disse Rebecca à imprensa. “Eu esperava por esse momento e treinei e trabalhei muito para esse momento. Não tenho palavras para descrever como me sinto, nem a sensação de ter uma medalha olímpica de prata no pescoço.”

A jornada de Rebecca para esta vitória histórica não foi fácil. Ela tem lutado contra os desafios impostos pela pandemia COVID-19 e o adiamento das Olimpíadas de Tóquio, bem como lidar com infecções em andamento. Entre aqueles que romperam o ACL pela terceira vez durante sua participação no Campeonato Brasileiro de 2019, o que levou a seleção brasileira a não se classificar para as Olimpíadas de 2020.

O determinado atleta passou por cirurgia e reabilitação e passou a se classificar para os Jogos como pessoa física. Eu viajei com mais de 100 outros atletas brasileiros para Portugal para treinar para as Olimpíadas porque a pandemia atingiu fortemente o Brasil. Rebecca ainda tinha o vírus em dezembro de 2020 e, novamente, teve que suspender seu treinamento porque, embora fosse assintomática, teve que ficar em quarentena até que o vírus se dissipasse de seu corpo.

No início de junho, Rebecca ainda não se qualificava para as Olimpíadas, que começaram no dia 23 de julho, mas ela seguiu em frente, competindo no Campeonato Pan-Americano por uma das duas vagas que a levariam a Tóquio. Ela ganhou o prêmio geral por quatro pontos.

Em Tóquio, ela se classificou para a competição geral em segundo lugar, atrás de Simone Biles, considerada a maior ginasta de todos os tempos. Simone acabou saindo da competição geral devido a uma condição conhecida como torções. Isso essencialmente abriu um lugar na plataforma. Rebecca viu a oportunidade e literalmente correu com ela. Ela obteve uma pontuação muito alta de 15,3 em seu salto, o que a torna segura na competição pela medalha.

Na verdade, ela quase levou o ouro, mas saiu dos limites duas vezes durante sua rotina cansativa, terminando 0,135 pontos atrás da medalha de ouro Sunisa Lee. Isso significa que se tudo tivesse corrido igualzinho na competição, mesmo que Simone Biles não tivesse saído, é bem provável que Rebeca ainda estivesse na medalha. Parabenizamos Rebecca por sua resiliência e perseverança e comemoramos esta grande vitória para o Brasil.

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