LATAM Brasil usa jatos 787 chilenos em serviços de longo curso – AirlineGeeks.com

LATAM Brasil usa jatos 787 chilenos em serviços de longo curso

Depois que a LATAM Brasil anunciou surpreendentemente no início desta semana que vai retirar toda a frota de Airbus A350-900, surgiram dúvidas sobre o futuro da frota de longa distância da companhia aérea com o enxugamento causado pelos cortes de 11 aeronaves de seu portfólio.

Hoje, qualquer problema potencial provavelmente terá sido resolvido. Site de notícias da aviação brasileira Radar de comunicação Foi noticiado que a LATAM Brasil apresentou um pedido há mais de um mês à Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), o órgão regulador da aviação no Brasil, para adicionar um Boeing 787 Dreamliner à sua frota.

Como grupo, a LATAM opera o 787 desde 2012, quando ainda operando com o nome LAN, recebeu o primeiro 787-8. Atualmente, de acordo com AviõesE a Opera 22 Dreamliners, incluindo o 10 787-8 e 12 da versão estendida do 787-9. Todos eles pertencem à LATAM Chile, com sede em Santiago, que já devolveu quatro 787-9s ao arrendador em 2020 como parte da reestruturação do Capítulo 11.

Assim, de acordo com Conexão de radar, A Latam Airlines não precisará incorporar mais aeronaves em sua frota. Em vez disso, ela apenas modificará os 787s de sua operação no Chile para suas operações no Brasil, preservando o registro chileno do avião, um processo conhecido como intercâmbio.

Esse processo difere dos voos de quinta classe, pois o voo será operado por tripulantes da LATAM Brasil e, na verdade, voará como LATAM Brasil. Esta não é uma operação totalmente nova para a LATAM, já que a companhia aérea usou alguns de seus 767 jatos chilenos para voos operados pelo Brasil entre os EUA e o Brasil após 2018, quando lançou a ANAC Diretrizes de intercâmbio de aeronaves.

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O processo também tem o potencial de libertar a região da ALC de novas disputas trabalhistas com a força de trabalho da aviação. Desde a eclosão da pandemia COVID-19, a companhia aérea utiliza aeronaves chilenas e sua tripulação para voos do Fifth Freedom entre o Brasil e outros países, medida indexada pelo sindicato brasileiro, a Federação Nacional da Aeronáutica (SNA). Fortemente contra.

A brasileira Latam A350-900 pousa em São Paulo / Guarulhos. (Foto: AirlineGeeks | João Machado)

A legislação local não impõe restrições a voos internacionais de Classe 5 com partida do Brasil. No entanto, o Sistema de Contas Nacionais (SNA) se opõe ao seu uso sistemático como forma de contornar o uso de tripulantes ou aeronaves brasileiras, como ocorreu na última vez em que a companhia aérea e o sindicato entraram em negociações.

Ao longo de 2020, a LATAM Brasil está em negociações para reduzir os salários dos pilotos e tripulantes de cabina para igualar os oferecidos por seus concorrentes. Embora a companhia aérea tenha abandonado seu plano de saque permanente em fevereiro, a SNA posicionou os voos da Fifth Freedom como o foco de negociações adicionais entre a força de trabalho e a companhia aérea.

Atualmente, usando os direitos da Quinta Liberdade do Brasil, a LATAM Chile liga apenas São Paulo e Madrid à tripulação e aeronaves chilenas, com o 787 originando em Santiago antes de uma escala em São Paulo.

Dessa forma, o 787 pode atuar como ponto médio entre o LATAM Brasil 767-300 – que transporta 221 passageiros – e o Boeing 777-300 – que transporta 410. O 787-8 tem 247 passageiros, enquanto o 787-9 transporta 303 Avião. Em comparação, o Airbus A350-900 tinha 309 assentos.

João Machado
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