Investigação brasileira retira plano de acusar Bolsonaro de assassinato em massa

  • O Brasil está investigando se Jair Bolsonaro é responsável por 300.000 mortes de COVID-19 no país.
  • O New York Times disse na terça-feira que uma investigação do Senado estava pronta para recomendar que ele fosse acusado de assassinato e genocídio.
  • A CNN Brasil disse que o Senado rescindiu as recomendações logo após o vazamento da notícia.

Os legisladores brasileiros rejeitaram abruptamente um plano que recomendava que o presidente Jair Bolsonaro fosse indiciado por genocídio e assassinato em massa, De acordo com a CNN Brasil.

Nos últimos seis meses, o Inquérito Pandêmico Parlamentar no Senado brasileiro tem investigado se Bolsonaro foi o responsável pelas mortes de mais de 300.000 brasileiros que morreram de COVID-19.

No total, cerca de 600.000 brasileiros morreram da doença durante a pandemia.

Ao longo da pandemia, Bolsonaro fez uma e outra vez Subestime os riscos apresentados pelo vírus CoronaAs máscaras ridicularizam e questionam a vacina. Ele também foi criticado por Decisão de não forçar fechamentos Quando o vírus se espalhou.

Citando uma cópia vazada do relatório do Senado, Tempos de nova iorque Na terça-feira, informou que a investigação foi definida para recomendar que Bolsonaro seja acusado de assassinato em massa e genocídio.

No entanto, na noite de terça-feira, o senador Omar Aziz, presidente do Inquérito Parlamentar no COVID-19, disse que o grupo retiraria a acusação de genocídio recomendada porque não havia consenso claro entre os legisladores, informou a CNN Brasil.

“Eu acho que é o melhor.” Disse Aziz, via CNN Brasil.

Logo depois, o senador Randolph Rodriguez, outro membro proeminente da investigação, disse que a acusação de “assassinato em massa” também foi retirada, informou a CNN Brasil.

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Rodriguez acrescentou que seria substituído por uma acusação menos grave de “epidemia que leva à morte”.

A CNN Brasil disse que o relatório final sobre a investigação deve ser apresentado ao Senado na quarta-feira, e então colocado em votação na próxima semana.

Bolsonaro disse aos brasileiros em março que “parassem de reclamar” das mortes do COVID-19 e, em abril, ele negou que suas ações representassem “genocídio”.

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