Fogo atinge armazém de cinema brasileiro em São Paulo

Atualmente, um incêndio devora um galpão de 6.500 metros quadrados na zona oeste de São Paulo, de propriedade da Cinemateca Brasileira, instituição responsável pela preservação do acervo do cinema brasileiro. Os relatórios iniciais indicam que um curto-circuito no sistema de ar condicionado pode ter iniciado o incêndio.

Embora os bombeiros não tenham relatado vítimas, o prédio abriga arquivos de filmes altamente inflamáveis ​​de 35 mm e 16 mm. O prédio também armazena objetos de museu, como projetores antigos, bem como documentos e arquivos de um projeto do governo para transportar conteúdo de fabricação brasileira para locais não comerciais.

Este é o segundo incêndio no armazém do cinema em cinco anos. Em 2016, cerca de 500 obras originais foram perdidas – por curadores Ele disse naquela época Que o conteúdo foi salvo em cópias de backup. No ano passado, o prédio foi inundado após uma forte chuva, que também danificou parte do arquivo, embora o cinema não tenha revelado exatamente o que foi perdido.

Em julho do ano passado, o Ministério Público de São Paulo entrou com uma ação acusando o governo federal de negligência ao não renovar o contrato da associação que dirige o instituto. Desde 31 de dezembro de 2019 [Bolsonaro] Os promotores escreveram que a administração cortou a Cinemateca, não a opera diretamente nem financia terceiros para fazê-lo.

A ação menciona atrasos em contas de serviços públicos e salários, bem como riscos de incêndio.

Para muitos no Brasil, a Cinemateca Brasileira é um lembrete assustador de como os locais culturais do Brasil são maltratados. Em 2015, o Museu da Língua Portuguesa esteve em São Paulo destruído pelo fogo Ela será reaberta neste final de semana, após seis anos. E em 2018, um incêndio envolveu quase 90 por cento do Museu Nacional do Rio de Janeiro – o mais antigo do Brasil – quase derrubando o prédio, que já foi a sede da antiga família imperial brasileira.

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