Divina entra na vida, ritual e beleza magnética da lendária travesti Marcinha do Corinto

Em Divina, a Ode usa a iconografia: “para mostrar que as travestis podem estar vivas, velhas, legando, conquistadas e vistas como sagradas”. Em especial, Ode Marcinha adorna imagens de santos frequentemente encontrados em sua cidade natal. A inclusão de signos religiosos é um tema recorrente para Ode, que frequentemente explora a iconografia brasileira que “desafia as noções ocidentais, que geralmente ignoram o Sul global como parte da vida latino-americana”, disse ela.

As tomadas pessoais da casa de Marcinha no filme só servem para aprofundar essa divindade. A Audi conta que o processo de documentação “foi simples”; “Apenas dois dias”, um no jardim de uma produtora “e o outro depois disso na casa de Marcínia”. Ela descreve como sua casa se parecia com o Museu da Marcinha:

“A história de Marcinha está em cada detalhe da casa: nas inúmeras fotografias da própria Marcinha, fotografias, artigos de jornais e revistas, cartazes, prêmios e mais prêmios, seus esboços de figurino, seus bonecos, alguns até usando a versão em miniatura de seu mais famoso .”

Ode também está presente no filme – intercalada com momentos que mostram sua ligação com o ícone. Na cena de abertura, quando a câmera entra na sala de Marcinha, vemos a performance de Marcinha passando na TV por meio de cortinas de miçangas. O vídeo é uma das performances que Audi repetiu repetidamente no YouTube enquanto lembrava a estrela.

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