Confederação Brasileira de Bancos reage a Guedes e o cenário econômico em deterioração – 31/08/2021 – Negócios

A decisão da FEBRABAN, entidade representativa dos maiores bancos do país, de romper o silêncio no ringue envolvendo uma nota fundamental na defesa da “harmonia de forças” evidencia o descontentamento de grande parte de seus integrantes com a gestão do ministro Paulo Guedes e do deterioração do cenário econômico.

Sem consenso, o texto do memorando foi aprovado com referências à economia. Isso desanimou a Caixa e o Banco do Brasil, as duas instituições federais que ameaçavam deixar o grupo. A Fabraban, então, começou a trabalhar na cópia do memorando coordenado pelo presidente da FIESP, Paulo Skaff.

A publicação do comunicado elaborado pela FIESP, que foi assinado por mais de 200 entidades, está suspensa. As versões que circulam nos últimos dias não mencionam os representantes dos três países, mas expressam preocupação com a escalada das tensões, em uma aparente referência ao comportamento agressivo de Jair Bolsonaro.

O caso revela a deterioração da relação entre Guedes e a FEBRABAN e também a crescente relutância do empresariado com o governo, ainda sem consenso sobre como responder. Os signatários do comunicado anunciaram sua surpresa e decepção com o adiamento da publicação.

Traduzido por Kiratiana Freelon

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