Candidato brasileiro desiste da disputa para apoiar candidatura de Lula

São Paulo (Associated Press) – Na quinta-feira, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu a aprovação do moderado André Janones, que era esperado para concorrer.

Da Silva, mais conhecido como Lula, e Janones fizeram o anúncio em transmissão ao vivo, pouco antes de uma coletiva de imprensa marcada para ser realizada em São Paulo.

“Pare minha tentativa e se reúna com o ex-presidente Lula”, disse Janonis, um fenômeno de mídia social com 2 milhões de seguidores no Instagram e 8 milhões no Facebook.

Ex-membro do Partido dos Trabalhadores da Silva, Janones se separou anos atrás para construir uma plataforma política mais moderada e usou as mídias sociais para alcançar os brasileiros mais pobres, abordando questões de bolso.

Seu endosso pode ajudar a aproximar o ex-líder de esquerda de uma vitória definitiva sobre Bolsonaro, sem a necessidade de um segundo turno. da Silva atualmente lidera todas as pesquisas; A última pesquisa do Datafolha mostrou que teve 47% de apoio no primeiro turno da votação em 3 de outubro.

Em contraste, a mesma pesquisa mostrou que a Janones tem 2% de apoio. Foi feito nos dias 27 e 28 de julho, com margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Na quinta-feira, Janones também disse que não poderia apoiar Bolsonaro, a quem acusou de aumentar os gastos até o final do ano apenas para aumentar suas chances de reeleição.

“Não posso apoiar um presidente que se aproveitou da fome das pessoas para aumentar suas chances”, disse Janonis.

Carlos Melo, professor de ciência política da Universidade Inspire, em São Paulo, acredita que o apoio de Janones pode impulsionar Lula porque o parlamentar é o primeiro candidato presidencial a encerrar sua campanha de apoio ao ex-presidente.

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A mídia brasileira informou que outros potenciais candidatos com números baixos nas pesquisas de opinião podem fazer o mesmo nos próximos dias.

“Isso coloca mais pressão sobre os outros candidatos que têm mais apoio, mas não o suficiente para entrar no segundo turno, incluindo o senador Simon Tibbett, que tem cerca de 4%, e o ex-ministro Ciro Gomez, cerca de 8%”, disse Milo. Este movimento pode ter mais impacto político do que matemática. Isso ajuda a criar uma atmosfera em que esta eleição deve terminar no primeiro turno.”

A candidatura de da Silva ganhou o apoio de nove partidos do sistema partidário do Brasil.

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