Brasileiro Em “Elite”, André Lamoglia defende a sustentabilidade na vida e na moda

Em Elite, o ator brasileiro Andre Lamoglia fala sobre moda, sustentabilidade e trabalho internacional (Foto: Andrés García Lujan)

Andre Lamoglia, carioca de 24 anos, terá sotaque brasileiro na 5ª temporada de Elite, série da Netflix que ainda não voltou. Em uma entrevista com GQ BrasilO ator diz que prioriza a sustentabilidade pelo crescente gosto pela moda e pela experiência internacional que a profissão lhe proporcionou.

Atuando inteiramente em espanhol, André lutou com intenso e diário estudo para não colidir, primeiro no Brasil e depois em Buenos Aires, onde marcou a segunda temporada da série argentina “Bia” (2020) no Disney Channel. Eu fiz.

“Quando ele começou a gravar a música ‘Biya’, embora eu já tivesse dominado a linguagem, foi um grande desafio porque eu queria não só fazer o roteiro bem, mas também expressar a linguagem. Ele queria absorver a ponto de ser capaz de sentir. Então, até mesmo ser capaz de improvisar e responder instintivamente tem sido um longo caminho a percorrer ”, diz ele.

Após dois anos dessa experiência, o brasileiro chega à segunda fase para participar da “Elite”. Depois de garantir seu primeiro papel de protagonista em Juacas (2017-2019), que também é uma produção nacional do Disney Channel, o ator estudou atuação nos Estados Unidos e se tornou o rosto das campanhas da Bvlgari.

O ator brasileiro Andre Lamoglia posa para uma campanha da Bulgari para a Elite (Imagem: Reprodução / Instagram)

Mas não é apenas nas peças publicitárias que ele expressa sua relação com os estilos. Desde que começou a trabalhar na profissão, Andrei se aproximou da moda e diz que começou a ter mais respeito pelo assunto quando percebeu a importância da caracterização, por exemplo, na criação de um personagem. . Ambientalistas que se autoproclamam, a forma como se vestem está intimamente ligada à sustentabilidade e ao distanciamento do fast fashion.

“Sempre que compro algo descubro que se é realmente algo que usarei muitas vezes e durará muitos anos, prefiro as peças atemporais e versáteis devido à dor de usar a mesma peça por um período prolongado de tempo. “A capacidade, ou a capacidade de reutilizar peças que já temos e transformá-las em outra coisa, é uma forma simples de conectá-la de forma mais consciente do que o consumo”, diz Andre.

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Considerar a preservação da natureza urgente, falar sobre o assunto, como ele mesmo disse, é sua maneira de usar sua visão e alcance para transmitir a mensagem ao maior número de pessoas possível. “Se eu precisasse definir meu estilo, diria que é hi-lo (high-low), hoje fui marcar com uma calça básica, uma camiseta e uma jaqueta, não tinha nada de básico em troca, mas peguei por 10 anos e espero conseguir mais 30! ‘, afirma humildemente.

Confira a entrevista completa:

GQ Brasil: Entrando em sua quinta temporada, “Elite” já é uma série com elenco unificado e já existe há muito tempo. Como fica quando você é o item mais novo da temporada? Entrando em um contexto em que a maioria das pessoas já se conhece?

A cada temporada, Elite tem novos heróis se juntando à trama, e os atores da 1ª temporada agora estão em minoria na 5ª temporada. Agora estaremos com a argentina Valentina Zenari, que conheci antes de trabalhar na Disney e que é minha amiga, e o francês Adam Noro. Fui tão bem recebido pelos Giants, só posso agradecer a generosidade deles e me sinto realmente em casa.

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O ator brasileiro Andre Lamoglia na Elite fala sobre moda, sustentabilidade e trabalho internacional (Imagem: Instagram / Instagram)

GQ Brasil: Você já disse que era fã de “Elite” antes de entrar para o elenco da série. Depois de quatro temporadas, que novas faixas podemos esperar para a série?

Não posso dar spoilers, mas direi que podem esperar muitas reviravoltas, surpresas e quebra-cabeças …

GQ Brasil: Para você, que já trabalhou em filmes e seriados nacionais, mas também em produções estrangeiras, quais são as principais diferenças entre o audiovisual brasileiro e o estrangeiro? Na sua opinião, o que o Brasil pode melhorar?

O trabalho que fiz recentemente no Brasil para televisão e radiodifusão foi em empresas muito grandes que honestamente não deixam nada para trás para as produções estrangeiras. Acho que temos profissionais em nosso país – staff, diretores, produtores, roteiristas, atores – além de tecnologia de ponta para realizar trabalhos de produção em qualquer outro país.

GQ BRASIL: Já trabalhei em produções inteiras em espanhol e fiz curso de atuação em inglês. Alguma coisa muda para você entre atuar em sua língua nativa e estrangeira?

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Isso significa que morei na Califórnia para estudar inglês e ator e depois fiz um curso intensivo de espanhol no Brasil e depois em Buenos Aires. Minha abordagem do espanhol começou quando tive a oportunidade de entrar no elenco de “Disney Bea”, uma série que foi gravada inteiramente em espanhol. Concentrei todas as minhas energias em obter o fluxo em um curto período de meses, estudei muito e fiz meu antigo trabalho na Disney em português, quando jogava smoothies.

Inicialmente, quando a gravação de “Disney Bea” começou, embora eu já tivesse dominado o idioma, foi um grande desafio, porque não só eu queria fazer a lição bem, mas também absorver mais o idioma. De fato, o espanhol era capaz de expressar sentimentos, e esse caminho já foi um processo, um triunfo diário, porque quando somos inundados de sentimentos, costumamos nos expressar em nossa língua nativa, que incluía nossa pronúncia nativa!

Então até a linguagem estava tão absorvida que pude improvisar e as reações instintivas foram um pouco grandes, e a gravação da série foi essencial para morar em Buenos Aires. Porém, essa oportunidade na Elite foi diferente porque o espanhol já é uma realidade no meu ambiente de trabalho desde 2019!

Autoridades brasileiras "aristocracia"Andre Lamoglia fala sobre moda, sustentabilidade e trabalho internacional (Foto: Andres García Logan)

Em Elite, o ator brasileiro Andre Lamoglia fala sobre moda, sustentabilidade e trabalho internacional (Foto: Andrés García Lujan)

GQ Brasil: Você recentemente estrelou um anúncio de uma marca como a Bulgari. Como é sua relação com a moda? Usar marcas de designers faz parte da sua vida diária?

Tenho uma relação mais próxima com a moda do que nunca, aliás, desde que comecei a trabalhar como ator, tenho um respeito maior pelo assunto e uma vontade de aprender sobre ele, por causa da caracterização. A ação, por exemplo, é necessária e fundamental para a formação de uma personalidade. e por que isto? Porque moda também é criar identidade na forma de expressão.

Gosto de peças com boa durabilidade e qualidade, por isso incorporo o meu nome às marcas em que acredito e claro que uso. Falando em roupas em particular, eu uso camisetas brancas e jeans populares de vez em quando, nem sempre de uma marca, mas como itens básicos para comprar por causa de seu conforto, durabilidade, caimento e qualidade. com o caso.

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Sempre que compro algo descubro que se é realmente algo que usarei muitas vezes e durará muitos anos, prefiro as peças atemporais e versáteis devido ao uso da mesma peça por um longo período de tempo ou pela capacidade de reaproveite peças que você já possui e vire outra coisa, é uma forma Simplificada de colaborar com uma forma de consumo mais consciente. Se eu precisar definir meu estilo, diria que é hi-lo (high-low), hoje fui me inscrever com uma calça básica, uma camiseta e uma jaqueta, nada básico (risos)), mas eu já os tenho há 10 anos e espero conseguir outros 30! rir em voz alta

GQ BRASIL: Em 2018, você foi escolhido como embaixador da Campanha Nacional de Sustentabilidade Geográfica. Além dessa parceria, você é ativista ambiental? O que você fez de concreto para ajudar este movimento?

Impacto ambiental, proteção ambiental … esses sempre foram temas que acho que estão sendo urgentes e comentados, e à medida que minha visibilidade e alcance de voz aumentam, além de lutar por mim, nada mais é necessário para que essas mensagens possam ser veiculadas. para o maior número de pessoas possível.

Desde pequeno, nasci no Rio de Janeiro, cresci e vivi a maior parte da minha vida, aprendi, por exemplo, não só a recolher o meu lixo quando vou à praia, mas tudo o que me ensinou também. colete o que eu encontrar nas proximidades. Já sou um ancião, também estive envolvido no esforço de limpeza.

Uma pessoa que ocasionalmente joga plástico na areia, deixa um palito de sorvete, bitucas de cigarro etc., é claro, também deve ser sensível ao ver fotos de tartarugas encontradas mortas ou feridas, mas não quando deixa o lixo ali. Ele dá, e depois não pensa no verdadeiro resultado de suas ações, então é necessário falar sobre o que parece óbvio. O tamanho do problema não redutor não pode ser reduzido ainda mais. Gerenciar nossas costas para questões ambientais importantes afeta o ar que respiramos, o aquecimento global e tudo o mais.

Aqui também compartilho algumas tarefas pequenas e fáceis que todos podem realizar: usar sacolas reutilizáveis ​​e evitar o uso de plástico; separar o lixo orgânico do lixo reciclável; Na hora de comprar bens e roupas, dê preferência a marcas que estão caminhando para uma abordagem mais sustentável; Sempre que possível, carregue sua própria pequena garrafa de metal em vez de usar vários descartáveis.

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