Brasil – Telecom, móvel e banda larga

SYDNEY, 5 de julho de 2021 (GLOBE NEWSWIRE) – Recém-lançada, esta edição do Relatório BuddeComm resume os últimos desenvolvimentos e as principais tendências nos mercados de telecomunicações. – https://www.budde.com.au/Research/Brazil-Telecoms-Mobile-and-Broadband-Statistics-and-Analyses/?
A concorrência saudável no mercado de telefonia móvel ajudou a baixar os preços do celular no Brasil nos últimos anos, e as operadoras de telefonia móvel tiveram muito sucesso em mudar seus clientes de planos pré-pagos para planos de contrato. A adoção da banda larga móvel tem sido rápida, com cerca de 213,7 milhões de assinantes em março de 2021, elevando a taxa de penetração para pouco mais de 100%.

As principais empresas de telecomunicações incluem a Telefônica Brasil, que opera serviços de linha fixa e móvel sob a marca Vivo, bem como serviços operacionais América Móvil sob a marca Claro. A Oi também oferece uma gama de serviços, embora as dificuldades financeiras da empresa recentemente tenham forçado a empresa a vender suas unidades móveis, torres e data center em um esforço para reduzir o endividamento.

O leilão multi-espectro, que visa impulsionar o desenvolvimento do 5G, foi agendado para março de 2020, mas foi adiado para meados de 2021 devido a problemas de interferência com transmissões de TV via satélite e a pandemia Covid-19. O leilão será o maior já realizado no Brasil até o momento, embora, dadas as capacidades inexploradas do LTE, seja improvável que os licenciados forneçam serviços comerciais antes do final de 2021.

O país também tem um dos maiores mercados de banda larga de linha fixa da América Latina, embora a penetração da banda larga esteja ligeiramente acima da média regional, ficando atrás do Chile, Argentina e Uruguai. As emendas ao sistema de licenciamento aprovadas em outubro de 2019 exigem que os ISPs que mudaram para licenças invistam o dinheiro economizado com regulamentações mais leves na expansão dos serviços de banda larga.

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O mercado de banda larga de linha fixa vem crescendo rapidamente há vários anos, com um foco cada vez maior em banda larga de fibra. Em 2019, o número de acessos de fibra ultrapassou as conexões DSL. A Vivo detém a maior fatia do mercado de fibra, seguida por Oi e Claro.

O país é um importante ponto de aterrissagem para uma série de cabos submarinos importantes que conectam os Estados Unidos, América Central e do Sul, Caribe, Europa e África. Vários novos sistemas de cabo estão programados para entrar em serviço até 2022, o que aumentará a largura de banda e reduzirá os preços da banda larga para os usuários finais. Também estão sendo feitos investimentos em cabos de fibra terrestre entre Brasil, Argentina e Chile.

O mercado de telefonia fixa tradicional continua sofrendo com a substituição do consumidor por serviços de banda larga móvel e fixa.

Este relatório fornece uma revisão do mercado de telecomunicações no Brasil, incluindo sua infraestrutura e ambiente regulatório. Ele traça o perfil das principais operadoras de linha fixa e fornece estatísticas e análises relevantes. O relatório também cobre os setores de voz e dados móveis e fornece uma variedade de estatísticas e análises, bem como as expectativas dos assinantes. Além disso, o relatório analisa os setores de banda larga sem fio fixa e fixa, incluindo uma avaliação de tecnologias e impactos regulatórios.

A BuddeComm observa que o surto da Covid-19 continua a ter um impacto significativo nas cadeias de produção e fornecimento em todo o mundo. Desde 2020, o setor de telecomunicações experimentou, em vários graus, um declínio na produção de dispositivos móveis. Também era difícil para os operadores de rede gerenciar fluxos de trabalho ao manter e modernizar a infraestrutura existente.

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O progresso geral em direção ao 5G foi atrasado ou retardado em alguns países.

Do lado do consumidor, os gastos com serviços e dispositivos de telecomunicações estão sob pressão do impacto financeiro da perda generalizada de empregos e consequentes restrições à renda disponível. No entanto, a natureza crítica dos serviços de comunicação, tanto para comunicações públicas quanto como uma ferramenta para trabalhar em casa, compensará essas pressões. Em muitos mercados, o efeito líquido deve ser estável, embora diminuindo no crescimento de assinantes.

Embora os efeitos de longo prazo da crise sejam difíceis de prever e explicar à medida que ela se desenvolve, eles são reconhecidos nas previsões do setor apresentadas neste relatório.

O relatório também cobre as respostas das operadoras de telecomunicações, bem como de agências governamentais e reguladores, conforme reagem à crise para garantir que os cidadãos possam continuar a fazer o uso ideal dos serviços de telecomunicações. Isso pode se refletir em esquemas de apoio, promoção de telessaúde e educação a distância, entre outras soluções.

Principais desenvolvimentos:

  • A Oi vende unidades de telefonia móvel, data centers e torres;
  • BTG Pactual compra 58% da subsidiária de fibra da Oi, Infraco, por US $ 2,3 bilhões;
  • O regulador permite que Operadores de Rede Virtual Móvel (MVNOs) autorizados assinem acordos de acesso com mais de um operador de rede, em preparação para o leilão multi-espectro 5G;
  • Algar Telecom adquire Vogel Telecom, adiciona 3.400 clientes corporativos;
  • Nextel Brasil renomeado Claro-nxt;
  • O regulador permite que operadoras com espectro na faixa de 850 MHz estendam seus privilégios até o final de novembro de 2028;
  • O cabo submarino Tannat conectando o Brasil e a Argentina está pronto para operar;
  • A Telefônica Brasil e a CDPQ estão criando um negócio de atacado de fibra em banda larga, denominado FiBrasil;
  • América Móvil deve desmontar suas torres e outras infraestruturas passivas relacionadas nos mercados latino-americanos,
  • As operadoras lançam serviços 5G de forma limitada;
  • A atualização do relatório inclui atualizações de dados do mercado regulador até março de 2021 e dados da operadora até o primeiro trimestre de 2021, gráficos e análises do Índice de maturidade de telecomunicações, avaliação da pandemia Covid-19 no setor de telecomunicações e desenvolvimentos recentes do mercado.
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Empresas mencionadas neste relatório:
Telefônica Brasil (Vivo), Brisanet, BTG Pactual, TIM Brasil, Claro, Huawei, Oi, Nextel Brasil, CTBC / Algar Telecom, Sercomtel Celular, Vodafone Brasil / ARQIA, Embratel, Ericsson, Google, GVT, Universo Online (UOL), Net Serviços de Comunicação, Intelig, Neovia, Eletropaulo Telecom, Copel, BuscaPé, Global Crossing, Star One, TelesatBrasil, Hispamar, Telebrás e Intelig.
Leia o relatório completo: https://www.budde.com.au/Research/Brazil-Telecoms-Mobile-and-Broadband-Statistics-and-Analyses/?

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