Brasil amplia investigação de corrupção “lavagem de carro”, notícias econômicas e notícias mais importantes

Brasília (AFP) – O Ministério Público do Brasil afirmou nesta quarta-feira (9 de setembro) que estende a maior investigação de corrupção do país, intitulada “Operação Lava Jato”, até 31 de janeiro, dando novo fôlego à investigação cada vez mais polêmica. agora mesmo.

O processo começou há seis anos e colocou alguns dos maiores nomes da política e dos negócios atrás das grades, incluindo o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Mas ele se envolveu cada vez mais com política e polêmica.

O mandato dos 14 demandantes da força-tarefa da operação na cidade de Curitiba venceu nesta quinta-feira, mas a procuradoria-geral da República informou em nota que o prorrogará até 31 de janeiro.

No entanto, o procurador adjunto Umberto Jacques de Medeiros rejeitou o pedido da promotoria de prorrogação de um ano, alegando falta de orçamento.

O processo virou a política e os negócios brasileiros de ponta-cabeça desde que foi lançado como parte de uma investigação de lavagem de dinheiro.

Usando uma estratégia ofensiva de prisões e barganhas, tem obtido sucesso na remoção da cobertura de um maciço esquema de corrupção em que políticos e empresários saquearam bilhões de dólares da estatal petrolífera Petrobras.

As confissões dos suspeitos em troca de penas mais brandas geraram tremores em toda a América Latina, quando se descobriu que uma lista de muitos políticos poderosos havia recebido subornos maciços de um dos principais participantes do esquema, a construtora Odebrecht, em troca de indignação. Contratos públicos.

A investigação também envolveu uma série de empresas em todo o mundo, incluindo a Keppel Corp de Cingapura e a Sembcorp Marine. De acordo com reportagens anteriores da mídia, a Sembcorp Marine ganhou contratos no valor de US $ 5,5 bilhões da Sete Brasil, uma empresa criada para fornecer sondas de perfuração e outros serviços offshore para a Petrobras. A unidade de construção de sonda da Keppel, Keppel Offshore and Marine, ganhou um número semelhante de contratos da Sete Brasil e Petrobras.

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A Keppel O&M já foi multada em US $ 422 milhões por pagamentos corruptos de um ex-agente da unidade dos EUA, enquanto um tribunal brasileiro aceitou em junho acusações contra dois homens que eram anteriormente parentes da empresa totalmente brasileira Sembcorp Marine.

O sucesso do lava-rápido em levar personalidades intocáveis ​​à justiça o tornou popular no Brasil devastado pela corrupção.

Mais recentemente, no entanto, os críticos acusaram a força-tarefa de exagerar suas táticas agressivas, alimentando crises políticas e econômicas duplas e minando o direito dos suspeitos de serem considerados inocentes até que se prove a culpa.

O país também enfrenta acusações de praticar política, especialmente após o vazamento de comunicações mostrando investigadores conspirando para impedir que Lula, um ícone da esquerda, retorne na corrida presidencial brasileira de 2018.

A operação prosseguirá sem duas das figuras mais proeminentes, o ex-juiz Sergio Moro e o procurador-geral Deltan Dalagnol.

Dallagnol anunciou na semana passada que estava renunciando por motivos familiares.

Mourou deixou o judiciário para se tornar ministro da Justiça sob o presidente de extrema direita Jair Bolsonaro, depois que este último ganhou as eleições de 2018.

No entanto, ele renunciou ao governo em abril, acusando Bolsonaro de interferir nas investigações policiais dirigidas ao círculo íntimo do presidente.

Com informações adicionais do The Straits Times

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