Bolsonaro faz o Brasil prender a respiração

Os poderes do Supremo Tribunal Federal advêm apenas da legitimidade que lhe foi concedida por outros atores políticos, numa espécie de acordo institucional em que o Tribunal tem a última palavra em todas as questões jurídicas. No entanto, o presidente Jair Bolsonaro fez o possível para minar essa legitimidade e, na próxima semana, ele liderará protestos cheios de manifestantes exigindo o fechamento do tribunal.

No domingo, um juiz da Suprema Corte publicou um claro lembrete de que rebeliões armadas são crimes improváveis ​​e não estão sujeitos a prescrição.

E as coisas chegaram a um ponto em que não sabíamos como o governo – ou o quartel – reagiria a uma decisão firme da Suprema Corte.

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um convidado:

  • Beatrice Ri Ele é um visitante visitante do SNF Agora Institute na Johns Hopkins University e um membro do congresso da APSA. Beatrice tem um Ph.D. em Ciência Política pela Maxwell School of Citizenship and Public Affairs na Syracuse University e é colunista da Reportagem brasileira.

Leitura de fundo:

  • Ouça o episódio da semana passada, “O Brasil terá seus próprios motins em 6 de janeiro?” Conversamos com o analista político Alex Hocholi sobre o papel potencial que a polícia militar poderia desempenhar nos protestos de Bolsonaro.
  • As preocupações estão crescendo sobre o papel da polícia nos protestos pró-Bolsonaro planejados em 7 de setembro, Gustavo Ribeiro e Janina Camilo explicaram.
  • Conforme destacamos em nosso último boletim informativo semanal sobre o Brasil, o presidente Jair Bolsonaro está esperando o momento perfeito para ignorar publicamente a decisão do Supremo Tribunal Federal.
  • O presidente Bolsonaro disse que participará dos protestos no Dia da Independência, e um parlamentar do estado de São Paulo afirmou na semana passada que policiais militares de todo o estado de São Paulo alugaram 50 ônibus para levar tropas às manifestações na capital paulista.
  • O mais recente extremismo de Bolsonaro veio quando suas chances de reeleição diminuíram, de acordo com pesquisas de opinião. O ex-presidente brasileiro Luís Inácio Lula da Silva atualmente o tem por 16 pontos.
  • Dois anos e meio depois de fazerem declarações com palavras fortes contra os ataques do presidente Jair Bolsonaro à democracia, membros da Suprema Corte de Brasília decidiram tomar medidas efetivas contra o líder de extrema direita.
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