Bharat Biotech rejeita alegações sobre o contrato do Brasil com a Covaxin – Quartz India

A vacina Covid-19 da Índia está no centro da controvérsia mais uma vez.

O ministro da Saúde do Brasil, Marcelo Quiroga, anunciou ontem (29 de junho) que o país vai suspender um Contrato no valor de $ 324 milhões Para comprar 20 milhões de doses de Covaxin da Bharat Biotech. O anúncio surge em meio a uma investigação sobre denúncias de irregularidades na obtenção da vacina que envolveram o presidente Jair Bolsonaro, embora o Ministério da Saúde tenha afirmado em comunicado que a análise preliminar Violações não aparecem no contrato.

“Suspendemos o negócio por simples precaução, porque há denúncias que o reclamante não consegue explicar bem, então abrimos uma investigação preliminar na semana passada”, disse Wagner de Campos Rosario, da Controladoria-Geral da União. Em entrevista coletiva com Quiroga, segundo a CNN Brasil.

Ao mesmo tempo que prometeu investigar rapidamente as alegações, Rosario acrescentou que esperava que o processo levasse “não mais do que 10 dias”.

Alegações contra Bolsonaro

Bolsonaro é acusado de ignorar uma possível corrupção em um acordo para comprar vacinas Covid-19 para o país, o que ele negou.

A polêmica começou quando Luis Ricardo Miranda, um denunciante do Ministério da Saúde, levantou dúvidas sobre o acordo de vacina com a empresa indiana de biotecnologia Bharat.

Miranda teria dito ao presidente em março que estava enfrentando pressão de um assessor de um dos aliados mais próximos de Bolsonaro, o ex-ministro da Saúde, assinar um contrato Para comprar vacinas em $ 15 por refeição De Precisa Medicamentos, o representante brasileiro da Bharat Biotech. Semana Anterior Ele disse a um comitê do Senado Examinando a maneira como Bolsonaro lidou com a pandemia pela qual fiz a fatura $ 45 milhões de entrada a uma entidade não mencionada no contrato de fevereiro que o preocupava mais.

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O preço aparentemente surpreendeu o governo Receba ofertas da Pfizer em 2020 Comprar milhões de doses de sua vacina, que tem maior taxa de eficácia e preço competitivo. O Covaxin, desenvolvido pela Bharat Biotech da Índia, enfrentou dúvidas na Índia depois que foi aprovado para uso local enquanto os testes ainda estavam em andamento, e ainda não foi publicado. Seus dados experimentais estão em fase final, completos.

Após as denúncias, a Controladoria-Geral da União, responsável por zelar pela transparência no uso do bem público, abriu uma investigação sobre o negócio em 24 de junho. A declaração indicava (Portguese, pdf) que o pagamento foi solicitado apesar de nenhuma entrega ter sido feita pela Bharat Biotech, o que parece ser uma quebra de contrato, uma vez que a primeira entrega era para março.

O parceiro da Bharat Biotech Precisa Medicamentos no Brasil, que também está ajudando a conduzir um estudo de fase 3 do Covaxin no país, disse estar confiante na investigação. Ele irá confirmar todos os requisitos legais seguiram.

O que Bolsonaro disse sobre o negócio com a Covaxin?

O presidente negou qualquer irregularidade. O líder de extrema direita afirmou que o preço da Covaxin era semelhante ao que outros países pagam pelas vacinas. Ele também se comprometeu a tomar medidas, se houver.Corrupção foi descobertaem seu governo.

“A posição do governo sempre foi de fazer a compra das vacinas somente depois de aprovadas para uso pela Anvisa, órgão federal de saúde”. ele adicionou.

As denúncias representam um novo problema para Bolsonaro, que já enfrenta uma investigação sobre o manejo da epidemia de Covid-19, sendo o Brasil um dos países mais atingidos. Mais de meio milhão de mortes.

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O que Bharat Beoutak disse sobre o acordo com o Brasil

A Bharat Biotech divulgou um comunicado hoje (30 de junho) dizendo que a compra foi deturpada na mídia.

“O processo de aquisição das vacinas Covid-19 e muitas vacinas para imunização de rotina segue um processo comum que é amplamente aceito e estabelecido na indústria”, disse ela. Ela explicou que, como parte do processo, as empresas emitem uma fatura pró-forma detalhando os termos da venda para confirmar um pedido de compra do governo.

Com base na nota fiscal, o Ministério da Saúde paga o valor antecipadamente. Recebido o pagamento, a empresa procederá ao fornecimento nas quantidades acordadas e dentro dos prazos acordados, afirma o comunicado da empresa. Ela acrescentou que durante o processo de oito meses com o Brasil em andamento desde novembro de 2020, “uma abordagem em fases foi feita para contratos e aprovações regulatórias.”

Um revés para a diplomacia de vacinas da Índia

Assim como a China, a Índia também viu sua capacidade de produzir vacinas para outras partes do mundo como uma importante demonstração de poder brando. Mas esses esforços foram prejudicados depois que o país suspendeu abruptamente seus compromissos de enviar vacinas feitas na Índia para o exterior, depois de enfrentar uma segunda onda severa e escassez de vacinas em casa.

O Serum Institute na Índia, um importante fornecedor de vacinas para o esforço da Covax da Organização Mundial da Saúde para melhor distribuir as vacinas globalmente, foi incapaz de produzir em massa a vacina Oxford-AstraZeneca, conhecida na Índia como Covishield, em velocidade global. Necessidades do programa de vacinas.

Embora a investigação federal no Brasil possa eventualmente mostrar que todas as medidas foram seguidas, a raiva no país certamente obscurece o brilho em torno dos países desenvolvidos da Índia. Primeira exportação global da Covaxin.

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