Batalha entre Davi e Golias no mercado livre de energia no Brasil

Batalha entre Davi e Golias no mercado livre de energia no Brasil

Conforme informamos no início deste ano, o mercado livre de energia do Brasil passou por uma grande mudança em 2024. Agora, quase 166.000 unidades consumidoras de alta e média tensão têm a liberdade de negociar contratos com fornecedores de eletricidade, sinalizando uma mudança radical no cenário energético.

Status de jogo. De acordo com a Associação Brasileira de Distribuidores de Energia (Abraceel), a participação no mercado livre do total do mercado brasileiro de distribuição de energia deverá aumentar de 37 para 50 por cento. Esse aumento de 10 pontos percentuais na participação de mercado representa R$ 40 bilhões adicionais (US$ 7,4 bilhões) em uma indústria que vale R$ 160 bilhões.

Contexto. A maioria dos consumidores brasileiros obtém eletricidade de distribuidores regionais e paga preços negociados com os reguladores. Antes da Lei do Ministério de Minas e Energia de 2022, apenas grandes unidades consumidoras – indústrias e grandes empresas que utilizassem mais de 1.000 quilowatts (ou 500 quilowatts para energias renováveis ​​incentivadas) e com custos mensais superiores a R$ 140 mil – poderiam comprar energia elétrica no mercado livre brasileiro.

  • Desde janeiro, também são elegíveis consumidores de alta e média tensão com níveis de consumo a partir de 30 quilowatts (kW) e contas de R$ 8 mil mensais ou mais.
  • Contudo, estes consumidores não podem adquirir energia diretamente; Devem ser representados por comerciantes de energia – plataformas retalhistas que preenchem a lacuna entre clientes e fornecedores de energia.

por que isso Importa. Para os consumidores, a promessa é tentadora: contas mais baratas (potencialmente reduzidas em até 35%) e melhor serviço em comparação com um sistema fechado. Para as empresas, a abertura do setor significa aumento da concorrência e oportunidades de expansão.

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Fabian Zeola Menezes

Fabian, ex-editor-chefe do LABS (Latin American Business Stories), tem mais de 15 anos de experiência em reportagens sobre negócios, finanças, inovação e cidades no Brasil. Este último recentemente a trouxe de volta à sala de aula e fez com que ela fizesse mestrado em Gestão Urbana pela PUCPR. Na TBR, você monitora a política econômica, as empresas revolucionárias e as pessoas que impulsionam a inovação na América Latina.

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