Associações de energias renováveis ​​unem-se para desenvolver o setor solar fotovoltaico em Portugal – EURACTIV.com

Duas associações empresariais portuguesas – a Associação Portuguesa de Energias Renováveis ​​(APREN) e as Empresas do Setor Solar Fotovoltaico (APESF) – anunciaram na terça-feira (14 de setembro) a sua fusão para desenvolver o setor solar fotovoltaico em Portugal.

APREN e APESF se combinam para “representar o setor fotovoltaico, com nosso modelo cada vez mais abraçando um sistema de energia integrado que requer planejamento e operação coordenados do sistema como um todo, incluindo todos os vários portadores de energia, infraestruturas e consumidores finais”, relacionado Ela disse na situação atual.

“Com a necessidade crescente de mitigação climática e adaptação do sistema de energia, que evoluiu para um modelo conectado, flexível e mais circular, cresceu a necessidade de uma visão mais holística e integrada, onde todos os vetores estão interligados.”

As duas associações serão fundidas sob a chancela da APREN – Associação Portuguesa de Energias Renováveis ​​(Associação Portuguesa de Energias Renováveis).

A APREN foi criada em 1988 com “a missão de defender os produtores independentes de energias renováveis”, que entretanto se desenvolveu “pela necessidade de responder ao crescente desenvolvimento do sector, em paralelo com a deterioração do clima e as alterações climáticas. políticas de sustentabilidade “.

Embora inicialmente representasse pequenas centrais hidrelétricas, a APREN desde então expandiu seu escopo para incluir uma ampla gama de grandes centrais elétricas.

Aí passou a representar não só as empresas proprietárias de usinas, mas todas as empresas que contribuem para o avanço do setor.

A APESF foi fundada em 2008 com o objectivo de “promover exclusivamente o desenvolvimento e dinamismo do mercado fotovoltaico em Portugal”, que iniciou o seu crescimento com a introdução da produção parcial de energia eléctrica.

Gradualmente, também ampliou seu alcance com desenvolvimentos regulatórios e cresceu com o mercado de produção descentralizado.

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Desde a sua fundação, os dois grupos afirmam ter trabalhado “em paralelo, mas em estreita e duradoura cooperação e diálogo”.

(Patricia Dennis, Lusa.pt)

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