Aldi e outras mercearias ameaçam a província do Brasil devido ao desmatamento na Amazônia

em um carta aberta Publicado na quarta-feira, 40 Fornecedores de Alimentos e Mercearias e Firmas de Investimento Legisladores brasileiros pediram para reconsiderar um proposta legislativa Isso legitimaria a ocupação privada de terras públicas que vem ocorrendo desde 2012. Eles dizem que o projeto de lei representa “maiores ameaças potenciais para a Amazônia do que antes”, após já altos níveis de desmatamento.
Alemanha metro (MTGGY) e redes de desconto Aldi E Lidl Entre os signatários, além de varejistas britânicos Tesco (TSCDF)E Sainsbury’s (JSAIY)leão Marks and Spencer (vestido) e Waitrose & Co., o grupo holandês Ahold Delhaize (eu sei)Ltd., que opera 21 marcas principalmente na Europa e nos Estados Unidos.

O Brasil é o maior exportador de produtos agrícolas para a União Europeia, de acordo com a Comissão Europeia. O país exportou 25 bilhões de euros (US $ 30 bilhões) em mercadorias para o bloco em 2020, incluindo carne bovina, soja e café. Os produtos agrícolas também são uma das principais exportações brasileiras para o Reino Unido.

A Legal & General Investment Management, uma das maiores gestoras de ativos da Europa, assinou a carta que dizia que a Amazônia era “essencial para a segurança do nosso planeta” e “crucial” para a prosperidade futura dos brasileiros e “de toda a sociedade”.

Os signatários disseram que as proteções e designações de terras existentes foram “úteis” para construir a confiança de que fazer negócios com o Brasil está de acordo com suas obrigações ambientais e sociais.

“E se [the bill] Ou outras ações que minam as proteções existentes se tornarem lei, não teremos escolha a não ser reconsiderar nosso apoio e uso da cadeia de suprimentos de commodities agrícolas brasileiras. “Instamos o governo brasileiro a reconsiderar sua proposta”.

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No mês passado, o presidente brasileiro Jair Bolsonaro Ele disse em uma mensagem O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, está empenhado em acabar com o desmatamento ilegal na Amazônia até 2030, mas precisará de dinheiro e recursos adicionais. Esse compromisso foi sublinhado na Cúpula do Clima, sediada nos Estados Unidos.

Os signatários da carta de quarta-feira disseram que o projeto de lei proposto contradiz essa “narração e retórica”. Uma legislação semelhante foi proposta em maio passado, mas foi retirada após pressão de algumas das próprias empresas europeias.

O governo brasileiro não quis comentar.

A destruição da Amazônia aumentou sob o governo de Bolsonaro, que cortou fundos para programas governamentais de proteção e monitoramento ambiental, e pressionou para abrir terras indígenas para agricultura comercial e mineração. Grande parte dessa terra é usada para pastar gado para exportar carne ou para cultivar soja, que é usada principalmente para alimentar animais, de acordo com o Greenpeace.

Amazon é também Sumidouro gigante de carbono Parte desse carbono é liberado na atmosfera quando é gravado ou queimado.

Somente neste ano, mais de 430.000 acres da floresta amazônica no Brasil foram destruídos, de acordo com o monitoramento do Projeto Andino Amazônia (MAAP).

Em 2020, as perdas florestais iniciais foram de 5,6 milhões de hectares em nove países que abrangem a Amazônia, dois terços dos quais ocorreram no Brasil, de acordo com dados do MAAP. Isso representa um aumento de 17% em relação a 2019 e o terceiro maior total anual desde 2000.

Rodrigo Pedroso em São Paulo contribuiu com este artigo.

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