A guerra no mercado de pagamentos no Brasil está entrando em uma nova fase

O mais recente banco central Relatório do banco Isso revela uma grande mudança no mercado de pagamentos do Brasil, que passou de apenas dois concorrentes adquirentes em 2010 para 28 players em 2023.

Pela primeira vez, o nível de concentração do mercado foi reduzido de alto para médio, um feito alcançado durante mais de uma década de novas regulamentações. Essas mudanças estimularam a revolução fintech brasileira, tornando o país um líder global em regulação financeira.

Na última década, os brasileiros testemunharam uma competição acirrada entre adquirentes (intermediários de pagamento), redes de cartões (como Visa e MasterCard), emissores (bancos) e fornecedores de terminais de ponto de venda (máquinas de cartão).

Este cenário competitivo levou as margens à beira da comoditização. O surgimento do PIX e do financiamento aberto acelerou estas mudanças, levando os principais bancos e empresas fintech a inovarem em novas estratégias para manter e aumentar os seus fluxos de receitas.

Nesta nova fase da guerra de pagamentos, os maiores conglomerados bancários do Brasil estão a integrar mais estreitamente os seus adquirentes com outros produtos financeiros para criar uma proposta de valor convincente.

Santander liderou o caminho Tirando Getnet saiu da bolsa, enquanto Bradesco e Banco do Brasil saíram da bolsa mais Suas participações na Cielo aumentaram para mais de 30% cada, sugerindo movimentos semelhantes. As empresas independentes de pagamentos também estão se adaptando, ampliando suas carteiras e buscando novas licenças, seguindo o caminho dos bancos digitais.

A jornada para a transformação

A abertura do mercado de aquisições no Brasil em 2010 foi o primeiro grande passo em direção ao cenário diversificado de pagamentos atual. Na época, apenas Visanet e Redecard (hoje Cielo e Rede, respectivamente) movimentavam transações Visa e Mastercard.

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Fabian Zeola Menezes

Fabian, ex-editor-chefe do LABS (Latin American Business Stories), tem mais de 15 anos de experiência em reportagens sobre negócios, finanças, inovação e cidades no Brasil. Este último recentemente a trouxe de volta à sala de aula e fez com que ela fizesse mestrado em Gestão Urbana pela PUCPR. Na TBR, você monitora a política econômica, as empresas revolucionárias e as pessoas que impulsionam a inovação na América Latina.

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